A estratégia pode ser genial

Qualquer candidato com o carimbo do governo Temer (MDB) tem zero de chances até de chegar ao segundo turno da eleição presidencial. Mesmo assim o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) é o candidato do partido

A estratégia pode ser genial
A estratégia pode ser genial (Foto: ASCOM)

A (não?) 'inteligente jogada' das candidaturas Alckmin/Meirelles

Qualquer candidato com o carimbo do governo Temer (MDB) tem zero de chances até de chegar ao segundo turno da eleição presidencial. Mesmo assim o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) é o candidato do partido.

Não há declaração de nenhum filiado com mandato em sua defesa – a não ser de algum dirigente da sigla ou de um ou outro ex-colega de ministério de Temer. E nenhum esforço de quem quer que seja para conquistar apoio de qualquer partido amigo para formar uma coligação.

Estranho, não é?

Praticamente todos os partidos da base aliada do governo federal declararam apoio ao candidato Geraldo Alckmin (PSDB), também aliado do atual governo desde a formação do grupo majoritário no Congresso que afastou Dilma e o PT do poder.

Enquanto Henrique Meirelles aparece como o candidato do MDB e do governo Michel Temer ele puxa para si todo o foco da rejeição e antipatia ao presidente.

Enquanto isso, o verdadeiro candidato da 'turma' governamental tenta passar incólume como não candidato oficial. Ou seja, Henrique Meirelles é o candidato protetor para que a rejeição do governo Michel Temer não seja transferida para Alckmin.

Simples assim.

Talvez dê certo. No entanto, será preciso muito mais do que isso. Pesquisa CNI/Ibope divulgada no mês passado - antes das últimas movimentações políticas de sua campanha – mostra Geraldo Alckmin com apenas de 4 a 6 por cento das intenções de voto

 

 

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