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Esmael Morais

Jornalista e blogueiro paranaense, Esmael Morais é responsável pelo Blog do Esmael, um dos sites políticos mais acessados do seu estado

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A motivação política da PGR na denúncia contra Gleisi Hoffmann

Gleisi “é” petista e linha de frente no combate ao golpe, em defesa da democracia e da legalidade. A senadora afirma que “não fez” aquilo que lhe imputa o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cada vez mais sócio do golpe. Gleisi Hoffmann é vítima de perseguição política porque ela é contra o impeachment da presidente Dilma

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária. Em discurso, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado (Foto: Esmael Morais)
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A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) está sendo perseguida mais pelo que “é” do que “fez” cujo processo lembra o estado nazista de Hitler.

Gleisi “é” petista e linha de frente no combate ao golpe, em defesa da democracia e da legalidade.

A senadora afirma que “não fez” aquilo que lhe imputa o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cada vez mais sócio do golpe.

Gleisi Hoffmann é vítima de perseguição política porque ela é contra o impeachment da presidente Dilma.

Assim como Gleisi, outros petistas são alvo de golpistas pelo que “são” e não pelo que “fizeram”.

Para usar a expressão do jornalista Jânio de Freitas, colunista da Folha, quando os tucanos — como Aécio Neves — são citados pela Lava Jato trata-se de “truque” para pegar mais alguém do PT.

Some-se a isso a misoginia e o machismo que dominam a política brasileira em tempo de Dilma.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.