A perversão da perversão: a juíza-monstruosa violentou a menina

"A juíza se assumiu como homicida em potencial, uma vez que a gravidez em criança de 11 anos sujeita a gestante infantil a efetivo risco de morte"

www.brasil247.com - Joana Ribeiro
Joana Ribeiro (Foto: Reprodução)


Por Jeferson Miola, para o 247 

A perversão da perversão: uma menina de 11 anos de idade, estuprada e engravidada em decorrência do estupro, sofreu dupla violação.

Ela foi violentada pelo estuprador e, depois, não menos grave, esta criança de 11 anos foi violentada pela juíza Joana Ribeiro Zimmer, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

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A juíza se mostrou absolutamente inapta e inepta para exercer o cargo de juíza, uma vez que comprovou desconhecer aspectos comezinhos da legislação pátria.

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Ela cometeu várias violências e violações em série. São violências e violações que, pelos danos materiais e psicológicos produzidos à criança, são equiparáveis aos danos provocados pelo estuprador da menina.

Conforme denunciou reportagem do site The Intercept, a juíza decidiu pelo afastamento da menina da própria família, submetendo-a ao suplício de suportar a gravidez sozinha, desamparada, em um abrigo.

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A monstruosa juíza pediu paciência à menina: “mais um pouquinho […], para ele [o feto] ter a chance de sobreviver mais, ele precisa tomar os medicamentos para o pulmão e se formar completamente”, argumentou ela, que asquerosamente chegou a perguntar à menina: “quer escolher o nome do bebê?”.

Para violar os direitos da criança de 11 anos, a juíza Joana Ribeiro Zimmer violou também o Código Penal, que garante o direito ao aborto, independentemente do estágio da gravidez, quando há risco de vida para a gestante e quando a gravidez é resultante de um estupro.

A juíza se assumiu como homicida em potencial, uma vez que a gravidez em criança de 11 anos, além de extremamente arriscada, sujeita a gestante infantil a efetivo risco de morte. Especialistas alertam que gravidez em crianças até 14 anos causa maior mortalidade materna que em mulheres de 40 anos.

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A juíza foi afastada do caso. Não porque deveria ser demitida do poder judiciário, mas porque, segundo institucionalmente alegado , alguns dias antes tinha sido promovida na carreira [sic].

É preciso, no entanto, não só demitir a juíza Joana Ribeiro Zimmer do judiciário, como processar esta figura monstruosa e vomitável pelos crimes hediondos que cometeu.

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