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Alex Solnik

Alex Solnik, jornalista, é autor de "O dia em que conheci Brilhante Ustra" (Geração Editorial)

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A primeira vítima

"Marisa é a primeira vítima da Lava Jato. Não suportou a situação em que Sergio Moro a colocou. Indiciada sem motivo algum. Não havia e não há provas contra Lula. Quanto mais contra ela. Nem se fala mais do caso do tríplex. O "crime" dela foi visitar o imóvel duas vezes, que nunca foi dela nem de Lula como agora está provado", diz o colunista do 247 Alex Solnik, sobre a morte confirmada da ex-primeira-dama do Brasil; "Foi uma mulher corajosa que sempre esteve ao lado do marido, na alegria e na tristeza. Sua morte prematura cobre de vergonha os brasileiros que ainda não perderam a sensibilidade e o bom senso. A República de Curitiba se especializou em tortura psicológica", afirma; quando foi alvo de condução coercitiva, Lula exigiu respeito a dona Marisa

"Marisa é a primeira vítima da Lava Jato. Não suportou a situação em que Sergio Moro a colocou. Indiciada sem motivo algum. Não havia e não há provas contra Lula. Quanto mais contra ela. Nem se fala mais do caso do tríplex. O "crime" dela foi visitar o imóvel duas vezes, que nunca foi dela nem de Lula como agora está provado", diz o colunista do 247 Alex Solnik, sobre a morte confirmada da ex-primeira-dama do Brasil; "Foi uma mulher corajosa que sempre esteve ao lado do marido, na alegria e na tristeza. Sua morte prematura cobre de vergonha os brasileiros que ainda não perderam a sensibilidade e o bom senso. A República de Curitiba se especializou em tortura psicológica", afirma; quando foi alvo de condução coercitiva, Lula exigiu respeito a dona Marisa (Foto: Alex Solnik)

Marisa é a primeira vítima da Lava Jato.

Não suportou a situação em que Sergio Moro a colocou. Indiciada sem motivo algum.

Não havia e não há provas contra Lula. Quanto mais contra ela.

Nem se fala mais do caso do tríplex. O "crime" dela foi visitar o imóvel duas vezes, que nunca foi dela nem de Lula como agora está provado.

O outro "crime" foi ter comprado um barquinho de alumínio e pedalinhos para o sítio que também não é do Lula. Eis os luxos de sua vida nababesca.

Foi uma mulher corajosa que sempre esteve ao lado do marido, na alegria e na tristeza.

Sua morte prematura cobre de vergonha os brasileiros que ainda não perderam a sensibilidade e o bom senso.

A ditadura de 64 matava com tiros e pau de arara.

A República de Curitiba se especializou em tortura psicológica.

Os brasileiros de bem choram a morte de Marisa como choraram a de Edson Luís em 68.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.