A Rede Globo ama ditadores que danificam o Brasil e o mundo

Para a Globo e seus jornalistas vendidos exemplos de democracia são os mercenários que mataram Gaddafi, Sadan e os detratores da independência nacional dos povos

Havana- Cuba- 19/04/2016- Fidel Castro asiste a la Clausura del VII Congreso del Partido. Foto: Ismael Francisco/ Cubadebate
Havana- Cuba- 19/04/2016- Fidel Castro asiste a la Clausura del VII Congreso del Partido. Foto: Ismael Francisco/ Cubadebate (Foto: Dom Orvandil)

Querida amiga Fátima Lima, Natal, Rio Grande do Norte

Sua presença nova na minha lista de amizade é muito honrosa. O envolvimento da amiga nas lutas através dos movimentos sociais qualifica uma amizade. Bem vinda!

Hoje sentei-me um bocadinho à frente da TV para assistir o noticiário através do chamado Jornal Hoje, da TV Globo.

Que horror, já na abertura, anunciando a pauta, a apresentadora Sandra Annenberg, em nome da produção jornalística da empresa safada onde trabalha, agrediu o bom senso e a verdade ao anunciar o velório do grande estadista Fidel Alejandro Castro Ruiz chamando-o de ditador.

Depois o seu parceiro de bancada, Evaristo Costa, se referiu ao Presidente Bashar al-Assad também como ditador.

O mais irônico é que no mesmo noticiário no qual comentem tamanha deselegância afrontosa diplomaticamente aos outros povos os jornalistas vendidos e apresentadores rendidos não se furtam de mentir ao povo brasileiro quando chamam o golpista, usurpador e corrupto MiShel de Temer, repetidas vezes de presidente.

O mal que essa mídia faz ao País e ao mundo ao encharcar a opinião pública de mentiras, calúnias e manipulações se compara ao que os especialistas em comunicação de Hitler e de Mussolini fizeram ao vender aos povos alemão, italiano e europeu a ideia de que os bandidos que tomaram o poder eram messias salvadores da Pátria. Os custos das mentiras redundaram em guerras e destruição de milhões de vidas que acreditaram nos absurdos e artificialidades vendidos pela arte de agitação falsificadora da realidade.

Em palestras e aula sempre que me refiro às mentiras urdidas pela mídia mostro as contradições vivas nos próprios noticiários.

No caso do velório do Comandante Fidel a Globo procura entrevistar traidores, desertores que fugiram do trabalho em Cuba e até parentes dos Castro que se evadiram com medo da justiça revolucionária. Ao entrevistarem pessoas e locais onde aparecem os velhos automóveis da década de 50 objetivam pintar Cuba como um País do século passado e atrasado.

Jamais mencionam o embargo internacional terrorista imposto pelos Estados Unidos, que obrigou o regime a canalizar os recursos internos para as coisas essências e básicas à qualidade de vida do povo, libertando-o das manias pífias do consumo capitalista.

Mas a contradição das mentiras ditas jornalísticas não escapa do noticiário. Os papagaios repórteres são obrigados a mostrar as qualidades elevadíssimas da saúde, da educação e da segurança social do povo cubano, conquista da revolução que expulsou os ladrões da república.

Contra o libelo sem vergonha de ditador escapa a noticia no próprio noticiário de que o povo chora em todo o País a perda do grande líder. Filas gigantescas são formadas pela população para visitar as cinzas do revolucionário e para participar do seu velório na Praça da Revolução em Havana.

Que povo comparece a velório de ditador, ainda mais no caso do Comandante que já estava fora do poder há 10 anos?

Alguém aqui no Brasil compareceu aos velórios dos facínoras ditadores Costa e Silva, Emílio Garrastazú Médice, Ernesto Geisel e João Batista Figueiredo?

Não, não é? Não há como o povo amar e velar quem suprime seus direitos, sua liberdade, que vilipendia o desenvolvimento nacional e ainda usa essa mídia para mentir.

Outra sacanagem é a de chamar o Presidente Bassar la-Assad de ditador, sem noticiar que ele se reelegeu com 97% dos votos do povo sírio.

A Globo sente que o Presidente Sírio resista a guerra criada pelos Estados Unidos, apoiando saqueadores e criminosos como o fanático Estado Islâmico e permaneça ao lado de seu povo sem fugir e sem entregar o poder à oposição pró imperialista. Por isso o denomina de ditador.

Para a Globo e seus jornalistas vendidos exemplos de democracia são os mercenários que mataram Gaddafi, Sadan e os detratores da independência nacional dos povos. Democrata e presidente para a Globo e seus vendidos jornalistas é MiShel Temer e não os lutadores que buscam o poder para o povo, livrando-o dos golpistas que se aboletam para destruir a justiça social.

Então vivam para sempre "ditadores" como Fidel Alejandro Castro Ruiz e que a Globo seja um dia estatizada e seus donos investigados e presos.

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