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Luis Filipe Chateaubriand

É professor de Administração Estratégica e autor do livro “Futebol Brasileiro: Um Novo Projeto de Calendário”

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A sucessão presidencial em 2026

Com Bolsonaro fora, Lula caminha para a reeleição

Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
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Este escriba considerou, anteriormente, que, com Jair Messias Bolsonaro impedido de concorrer nas eleições presidenciais do próximo ano por motivos mais do que justificados, sua esposa, Michelle Bolsonaro, seria a favorita no pleito de 2026.

A ex-primeira-dama teria alto potencial de votos entre os bolsonaristas conservadores, os evangélicos e os estratos sociais ligados a militares, o que seria suficiente para garantir sua eleição.

Entretanto, com o uso de tornozeleira eletrônica por seu marido e a inevitável prisão, Michelle indubitavelmente perderá um potencial de votos significativo.

Diante disso, tem-se uma incógnita na eleição, que atende pelo nome de Tarcísio de Freitas.

Se o atual governador de São Paulo não vislumbrar possibilidades de se tornar presidente, concorrerá à reeleição no estado.

Nesse caso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reelegerá sem sobressaltos.

Se o governador perceber bons indicativos para se candidatar à Presidência, no entanto, o fará.

Ainda assim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem maiores probabilidades de se reeleger.

Ciro Ferreira Gomes, como sempre, é “carta fora do baralho”.

Em suma, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será reeleito: de forma tranquila, caso Tarcísio de Freitas não seja candidato; ou com dificuldades, caso o governador paulista entre na disputa.

Neste momento, em particular, o cenário é amplamente favorável ao presidente, mas, curiosamente, as pesquisas eleitorais têm escasseado.

Por que será?

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.