A travessia econômica passa pela juventude

Afirmação é do Secretário Nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima; "Nos governos do presidente Lula e no primeiro governo da presidenta Dilma, a juventude foi beneficiada e beneficiou uma política econômica que permitiu que nosso País fizesse o bolo crescer dividindo ele"; em artigo, ele apela à presidente Dilma que "menos juros, menos cortes, mais crédito é o que precisamos para ativar a geração valente que pode sustentar o novo ciclo de desenvolvimento do Brasil quando o País mais precisa"

Afirmação é do Secretário Nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima; "Nos governos do presidente Lula e no primeiro governo da presidenta Dilma, a juventude foi beneficiada e beneficiou uma política econômica que permitiu que nosso País fizesse o bolo crescer dividindo ele"; em artigo, ele apela à presidente Dilma que "menos juros, menos cortes, mais crédito é o que precisamos para ativar a geração valente que pode sustentar o novo ciclo de desenvolvimento do Brasil quando o País mais precisa"
Afirmação é do Secretário Nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima; "Nos governos do presidente Lula e no primeiro governo da presidenta Dilma, a juventude foi beneficiada e beneficiou uma política econômica que permitiu que nosso País fizesse o bolo crescer dividindo ele"; em artigo, ele apela à presidente Dilma que "menos juros, menos cortes, mais crédito é o que precisamos para ativar a geração valente que pode sustentar o novo ciclo de desenvolvimento do Brasil quando o País mais precisa" (Foto: Jefferson Lima)

Nos governos do presidente Lula e no primeiro governo da presidenta Dilma, a juventude foi beneficiada e beneficiou uma política econômica que permitiu que nosso País fizesse o bolo crescer dividindo ele.

Os investimentos em infraestrutura, que geraram mais de 20 milhões de empregos; as políticas sociais, que permitiram aos mais vulneráveis conquistar empregos; a expansão do crédito, que incentivou a produção e o pequeno e médio empreendedorismo; e a valorização do salário mínimo, que melhorou o bem-estar, deram um lugar ao sol ao "menino joão", aquele que, em 2002, só precisava de uma oportunidade. Mas, com ela, "ele" fez a roda da economia girar também de baixo para cima com melhor emprego, melhor salário, mais estudo. Não por acaso, a maioria da classe C, a nova classe média de quem a presidenta fala é composta, majoritariamente, por jovens. Estas oportunidades tiveram e tem vários nomes: ProJovem, ProUni, Pronatec, Ifets, ReUni, Pronaf Jovem, Bolsa-Família para lares com filhos matriculados no ensino médio, Mais Educação, Fundeb, Ciência Sem Fronteiras, Enem, Novo Fies.

Tudo bem, presidenta, que os banqueiros brasileiros se aliaram aos banqueiros das grandes potências contra a sua tentativa de reduzir a taxa de juros no primeiro governo, assim como os industriais, ao invés de aproveitarem o mercado interno aquecido, menor juros, desonerações, boicotaram a tentativa de dar um fôlego ainda maior ao modelo econômico iniciado por Lula, mas este Ajuste do ministro Levy está demais, embora ele venha sendo uma tentativa de pôr ordem na casa, cujos impasses são decorrentes deste boicote do grande empresariado do Brasil.

Mas os juros altos a médio prazo vão consumir a margem para investimentos, que vai consumir a margem para os programas sociais, o consumo, a produção, o investimento, enfim, toda a roda que fez da juventude brasileira um bônus para o nosso desenvolvimento. Precisamos liberar o crédito com juros menores para fortalecer os negócios e o otimismo dos jovens pequenos e médios empreendedores, que poderão se beneficiar de toda uma geração já formada no ProJovem, no Pronatec e nos Ifets. Vamos usar a inteligência da geração formada no ProUni, Novo Fies, Ciência Sem Fronteira para alavancar, com maior qualidade do gasto e até projetos mais modernos, sustentáveis e bonitos, investimentos em infraestrutura social (UBS, UPAs, creches, casas populares). Vamos ampliar o Pronaf Jovem e usar esta inteligência nova, esta força trabalhadora nova, estes empreendedores novos para unir cadeias produtivas locais e regionais e, de quebra, consolidar a segurança alimentar. E, com este esforço da nova juventude trabalhadora e empresarial, aumentar o esforço pela educação, inclusive com as possibilidades dos rendimentos do pré-sal, para seguir alterando para melhor o bem-estar social. Presidenta, é no peso e educação desta nova geração formada nos últimos 13 anos que está o futuro do Brasil como Pátria Educadora, não em tecnocratas e academicistas.

E pensar a mudança da política econômica tendo a juventude como esteio nos permitirá ativar um bônus ainda desperdiçado: os milhões e as milhões de jovens pretas e pretos, pobres da periferia diariamente chacinados que guardam uma reserva de potencial social, econômico, cultural, político e de inteligência inestimável, mas que com uma política de menos Estado seguirá tendo seu futuro desperdiçado nas mãos do crime ou dos aparatos de repressão a ele.

E vamos, presidenta, convocar esses jovens trabalhadores, pensadores, empreendedores - não canso de repetir, egressos dos programas sociais dos nossos governos - para discutir mais soluções para a economia, para as questões sociais, para a cultura, a comunicação, a política...Para aquele grande projeto de transformação nacional que mora em seu coração valente. Nas conferências nacionais, nos conselhos nacionais, nas audiências públicas!

Menos juros, menos cortes, mais crédito é o que precisamos para ativar a geração valente que pode sustentar o novo ciclo de desenvolvimento do Brasil quando o País mais precisa.

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