A urgente e necessária reforma no futebol brasileiro

O que vimos ontem foi um jogo entre uma estrutura profissional de seleção, com uma liga bem estruturada e outra num amadorismo infinito, que tem uma liga negligenciada por sua confederação

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Oito de julho de 2014. Esta data está marcada como o maior massacre sofrido pela seleção brasileira em sua história.

Não quero apontar culpados por esse jogo. O que temos que fazer neste momento é entender o quão ruim é a estrutura do futebol brasileiro.

E os principais responsáveis por esta péssima condição são os cartolas que dirigem nosso futebol. O que vimos ontem foi um jogo entre uma estrutura profissional de seleção, com uma liga bem estruturada e outra num amadorismo infinito, que tem uma liga negligenciada por sua confederação.

A maioria dos selecionados e todos os titulares jogam fora do país pelo baixo nível técnico do campeonato aqui jogado. Um país que sempre foi celeiro de craques (eventualmente continua sendo) não tem um bom trabalho de base e condições para manter os jogadores em nosso campeonato, e esses necessitam de sair para tentar uma carreira mais bem sucedida.

O que poderá ser feito? Uma mudança radical na nossa estrutura.

Que essa mudança comece de cima, trocando cartolas amadores por gestores profissionais, que mudem completamente a visão do futebol. Que os técnicos dos nossos times possam se aperfeiçoar e trazer para casa um futebol moderno. Que os jogadores tenham condições de ter uma boa base e que possam se desenvolver por aqui.

E que a presidente Dilma Rousseff cumpra o que prometeu ao Bom Senso F.C – toda essa reforma feita urgentemente.

Texto do Blog do Fute

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