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Marcelo Zero

É sociólogo, especialista em Relações Internacionais e assessor da liderança do PT no Senado

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Alguns dados sobre preços de alimentos no mundo e no Brasil

A região que apresentou a melhoria mais intensa naquele ano foi justamente a América Latina e o Caribe, graças, em grande parte, à evolução positiva do Brasil

Luiz Inácio Lula da Silva e outras lideranças em Pernambuco. Foto: Ricardo Stuckert

A tabela da FAO, exposta a continuação, e que contém uma série histórica dos preços internacionais dos principais grupos de alimentos, mostra tendência mundiais importantes sobre o tema momentoso dos alimentos.

Antes pouco da pandemia, em 2019, o Índice de Preços dos Alimentos da FAO, estava em 94,9. 

Com a pandemia, contudo, os preços começaram a subir bastante. A guerra na Ucrânia, que afetou muitos os preços alguns cereais, como o trigo, bem como os preços dos fertilizantes, piorou bastante a situação.

Assim, em 2022, o índice da FAO chegou a 144,5, na média anual.

Em 2023, houve uma redução significativa dos preços. Isso, combinado com políticas internas apropriadas, diminuiu, em algumas regiões o mundo, a fome e a insegurança alimentar. 

Segundo a FAO, a região que apresentou a melhoria mais intensa naquele ano foi justamente a América Latina e o Caribe, graças, em grande parte, à evolução positiva do Brasil. 

A edição de 2024 do Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial revelou queda de 85% na insegurança alimentar severa no Brasil. O índice corresponde à redução ocorrida em 2023, em relação a 2022, quando o número de pessoas afligidas pela fome era de 17 milhões e 200 mil, e passou para 2 milhões e meio de brasileiros.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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