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Artur Figueiredo

Jornalista e professor, com especialização em comunicação. Colaborador do portal Yahoo, comentarista, colunista: rádios Poliesportiva, Metropolitana AM 1070, redator do portal Torcedores.com, Assessoria de Comunicação da equipe União Mogi e colunista do jornal Gazeta Regional.

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Ao estilo “Auschwitz”: Como a extrema direita brasileira usou do mecanismo ideológico para aniquilar milhares de vidas?

Se os campos de concentração cheiravam a morte, no Brasil, o luto diário legítima a “carnificina ideológica “: o estado foi usado para fomentar claramente uma política econômica “ultra liberal “. Abriram o mercado para laboratórios duvidosos para privilegiar um grupo de grandes empresários.

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Filas e mais filas: esse foi o roteiro de milhares de judeus. O presságio para a morte! Sem escolha. Com o discurso da “praga” enviezada por uma narrativa de pureza elucidada por um genocida. Hitler adotava a retórica do terror. Armas, medo, mentiras.

O autoritarismo foi a marca do nazismo. Por aqui, o bolsonarismo trilha o caminho de terror, usando dos mesmos mecanismos de uma pseudodemocracia para flexibilizar a morte. 

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Como o liberalismo econômico emparelhou uma máquina de genocídio? 

Com o nazismo em ascensão, a máquina de extermínio precisava de um agente importante: o liberalismo econômico. A indústria armamentista foi um dos grandes protagonistas para a instalação de um sistema ideológico e mercadológico. 

Vidas ceifadas pela indústria, empresas que se enriqueceram com o sangue de judeus e ajudaram na padronização do capitalismo como sistema econômico para a matança de milhares. 

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Em terras brasileiras, a hidroxicloroquina ganhou o peso do populismo. Governo Bolsonaro e a sua base de apoio não só fomentou questões ideológicas, do famigerado livre mercado, como ajudou a precarizar o próprio SUS (Sistema Único de Saúde). 

Sem vacinas, com a retórica da “China comunista”, o presidente Bolsonaro rechaçou a ideia que a pandemia era uma invenção asiática. Aglomerações, falas discriminatórias e as repetidas frases em prol da cloroquina. 

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Sem comprovação científica, o medicamento privilegiou uma elite da indústria farmacêutica e deixou um legado de dúvidas, sangue e mortes. O kit Covid não só rasgou milhões em dinheiro como ajudou a aumentar o número de mortes. 

Com quase meio milhão de mortos, Brasil corre contra o tempo, contando todos os dias o número de infectados e óbitos.

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“Ideologia acima de tudo, acima de todos”

Se os campos de concentração cheiravam a morte, no Brasil, o luto diário legítima a “carnificina ideológica “: o estado foi usado para fomentar claramente uma política econômica “ultra liberal “. Abriram o mercado para laboratórios duvidosos para privilegiar um grupo de grandes empresários. 

Em plena recessão, o ministro Paulo Guedes entregou alguns trilhões para bancos enquanto pequenas e médias empresas faliram. Banqueiros que excluíram o povo brasileiro de uma sobrevivência, de uma suposta perspectiva. 

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O viés mercado abasteceu os alicerces ideológicos, que alimentaram diversas conspirações. Bolsonaro negou a vida para milhares de brasileiros para emparelhar um sistema ideológico. 

Se em Auschwitz, a câmara de gás foi usada como mecanismo ideológico para institucionalizar o genocídio, por aqui , a cloroquina atinge o mesmo papel: atender um mercado conspiratório e flexibilizar a morte . 

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