ARBEIT MACHT FREI - O trabalho liberta

No Brasil não há trabalho, há mera informalidade, ou aglomeração servil (tão decantada pelo governo em tempos pandêmicos) e ambas libertam rumo à morte

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“FIGURAS ENTRE OS PRIMEIROS DO NOSSO ESPORTE BRETÃO”

“Salve, Corínthians, o campeão dos campeões”, e com um Salve, ou um Ave, segue o "timão" em frente; com sua garra de 110 anos de existência. E Gaviões da Fiel? Muito mais que uma torcida: um sacerdócio. Eles acalentam a vivacidade do esporte que nasceu bretão, e que se consolidou brasileiro.

Há um dia, a torcida do centenário Corinthians impediu uma manifestação a favor de Bolsonaro na Avenida Paulista em São Paulo. O ato contrário ao invasivo “corpo verde e amarelo" nos remete às batalhas campais do medievo, e nos faz lembrar dos antigos bretões em uma batalha épica denominada de Monte Badon, que ocorreu entre anglo-saxões e bretões entre o século V e VI. Artur, no século IX é citado como sendo o vencedor do lado bretão.

Os dias brasileiros exigem atitude, e reação, o povo está morrendo, em meio ao pandemônio do desgoverno democrático com ares de milícia. O país contém duas espécies rivais: Homo sapiens bolsominions x Homo sapiens, e daí teremos um resultado final: espero que vença o mais apto, e o mais inteligente.

O espetáculo tem sido dantesco, pessoas entram em caixões à luz do dia, e encenam as piores tragédias, que na verdade são tragicomédias, todas beirando à insanidade, talvez insuportável até para o imperador Cláudio César Augusto Germânico, vulgarmente chamado de Nero.

Qualquer dia o “nosso Nero” poderá matar literalmente aqueles que durmam diante de suas atuações. Tal como (o incendiário) empreendia contra sua plateia.

Pois é, e o que o lema “O trabalho liberta” possui em comum com o desenrolar de esta malfadada novela assistida diariamente? A frase fora usada como sentença/norma nos umbrais do Campo de Concentração de Auschwitz, sim, o mais conhecido Campo de Concentração nazista da era Hitler. Lá os judeus eram encaminhados para as terríveis câmaras de gás, e muitos pensavam estar apenas entrando em um revigorante banho.

No Brasil não há trabalho, há mera informalidade, ou aglomeração servil (tão decantada pelo governo em tempos pandêmicos) e ambas libertam rumo à morte. E em qual “Auschwitz” dependuraram (no Brasil) o tal preceito? Na SECOM. Órgão de comunicação social, responsável pela liberação de verbas e gerenciamento de contratos publicitários firmados pelo Governo Federal. Seria o uso do slogan por aquela instituição mera coincidência? Ou todos os projetos e orçamentos irão para “o saco” conjuntamente com a liberdade de expressão, já que seu regulamento foi alterado por força de decreto em 2019; e expressa entre outros termos uma assistência ao presidente da República no relacionamento com a Imprensa regional e nacional nos canais próprios de comunicação.

Somos 210 milhões, dos quais somente 57 declinaram da democracia, o resto não carrega a culpa de ter chancelado ao Brasil: o Quarto Reich.

O conhecimento liberta. Saiba mais

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