As eleições de 2018: Haddad x ?

De um lado temos um candidato de carne e osso presente em corpo na campanha. Que luta, insiste por um debate. Participante ativo de qualquer entrevista. Do outro lado, numa localização mais precisa, à extrema direita, encontramos, se é que podemos fazer uso do verbo “encontrar”

As eleições de 2018: Haddad x ?
As eleições de 2018: Haddad x ? (Foto: Stuckert)

A disputa presidencial no Brasil carrega uma peculiaridade muito intrigante:

De um lado temos um candidato de carne e osso presente em corpo na campanha. Que luta, insiste por um debate. Participante ativo de qualquer entrevista.

Do outro lado, numa localização mais precisa, à extrema direita, encontramos, se é que podemos fazer uso do verbo “encontrar”; então, melhor dizendo, ouvimos e observamos a imagem de um candidato que se propõe a praticar a campanha de uma forma bem futurista:

A campanha virtual!

De uma sala gélida e aconchegante ou da área externa de sua casa, o presidenciável Jair Bolsonaro discursa com força, aparentando vigor e recuperação promissora.

Sua fala carregada de ódio nos remete, não a um governo, mas a um regime autoritário e opressor.

Palavras como “metralhar”, “varrer”, “expulsar”, “prender,”e “submeter” vem causando pavor até mesmo em quem no dia 7 de outubro optou pela chapa do PSL, partido de Bolsonaro.

De fato é de assustar! Nunca uma pessoa com pretensões de “governar” o Brasil através do voto conseguiu causar tanto pavor.

Suas idéias, em caso de uma vitória nas urnas, causariam feridas incuráveis aos trabalhadores, estudantes, a soberania do país e ao meio ambiente.

A grosseria, violência e a enxurrada de fake news formam o tripé da campanha que tem alimentado os piores pesadelos de quem zela pela democracia.

Bom, mas chega de falar de espinhos! Vamos falar das rosas.

Se de um lado temos uma projeção holográfica que aparece nos telões para inflamar seus seguidores, do lado, se me permitem, literalmente, do lado do povo, é o professor quem fala presente.

Haddad sua a camisa, seca a garganta, mas não cansa!

O professor vai a campo, fala e ouve, observa e propõe. Sabe que o povo merece respeito e precisa conhecer aquele que se candidata a presidente do Brasil.

Com uma segurança digna de quem almeja subir a rampa do planalto no dia primeiro de janeiro de 2019, Fernando Haddad, encarou a sabatina do Roda Viva, respondendo e ajudando, quando necessário, a reformular as perguntas dos jornalistas, sem soberba, arrogância, e com muita elegância respondeu a todas as perguntas.

No dia seguinte estava pronto a receber seus eleitores e comungar de suas idéias por um Brasil melhor.

O Rio de Janeiro foi mais uma vez cenário de alegria e esperança. Haddad e Manuela D’ávila foram à comunidade da Maré e ao centro do Rio.

Para Haddad e Manu, não existe espaço para cansaço ou desânimo.

“Quando pensamos que a questão atinge a liberdade, a vida, a democracia, percebemos que não há espaço para o desânimo.

Quando percebemos que a luta é contra o massacre das minorias, o racismo, homofobia, percebemos que não há espaço para o cansaço.

Quando lembro da Amazônia, dos índios, me mantenho de pé.

Quando penso nas ofensas, violência aos negros, mulheres, nordestinos, as pessoas, ao choro provocado, as marcas físicas e psicológicas, nas crianças sem escola...

Pedimos-te ajuda nessa luta.”

Vamos vencer! O bem vencerá o mal, o amor é superior ao ódio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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