Assassinato de Marielle é um tapa na cara do governo Temer

"O assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, do PSOL, ontem, em pleno centro do Rio de Janeiro, uma cidade ocupada por tropas federais não é de hoje, e agora sob intervenção da União na área da Segurança Pública, é um tapa na cara do governo federal e, por extensão, das Forças Armadas", avalia o colunista do 247 Carlos Lindenberg; "É a completa desmoralização do ato de intervenção, um pé na bunda de quem a inspirou, o protegido de Michel Temer, Moreira Franco, ministro apenas para ter a proteção do foro privilegiado e que usou criminosamente o Exército nesse ato de força com motivação eleitoreira", diz ele

"O assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, do PSOL, ontem, em pleno centro do Rio de Janeiro, uma cidade ocupada por tropas federais não é de hoje, e agora sob intervenção da União na área da Segurança Pública, é um tapa na cara do governo federal e, por extensão, das Forças Armadas", avalia o colunista do 247 Carlos Lindenberg; "É a completa desmoralização do ato de intervenção, um pé na bunda de quem a inspirou, o protegido de Michel Temer, Moreira Franco, ministro apenas para ter a proteção do foro privilegiado e que usou criminosamente o Exército nesse ato de força com motivação eleitoreira", diz ele
"O assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, do PSOL, ontem, em pleno centro do Rio de Janeiro, uma cidade ocupada por tropas federais não é de hoje, e agora sob intervenção da União na área da Segurança Pública, é um tapa na cara do governo federal e, por extensão, das Forças Armadas", avalia o colunista do 247 Carlos Lindenberg; "É a completa desmoralização do ato de intervenção, um pé na bunda de quem a inspirou, o protegido de Michel Temer, Moreira Franco, ministro apenas para ter a proteção do foro privilegiado e que usou criminosamente o Exército nesse ato de força com motivação eleitoreira", diz ele (Foto: Carlos Lindenberg)

O assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, do PSOL, ontem, em pleno centro do Rio de Janeiro, uma cidade ocupada por tropas federais não é de hoje, e agora sob intervenção da União na área da Segurança Pública, é um tapa na cara do governo federal e, por extensão, das Forças Armadas. É a completa desmoralização do ato de intervenção, um pé na bunda de quem a inspirou, o protegido de Michel Temer, Moreira Franco, ministro apenas para ter a proteção do foro privilegiado e que usou criminosamente o Exército nesse ato de força com motivação eleitoreira.

É de Moreira Franco a tese de que Sarney terminou o governo dele desmoralizado politicamente porque não conseguiu ter um candidato à sua sucessão e que isso não iria se repetir com Michel Temer – daí esse esforço de Temer em querer ser candidato, com míseros três por cento de aprovação popular. Para Moreira Franco, Temer nem precisa ser candidato, basta ter força para bancar um nome e não terminar o governo como terminou o paco-manco em que se transformou Sarney na década de 80.

Pois bem. Essa estratégia de ocupar o Rio de Janeiro com as Forças Armadas, já sabido previamente que não traria resultado, deu nisso aí e no muito mais que a mídia agregada não mostra. Aliás, foi isso ao que se suspeita que poderia ter motivado o assassinato da vereadora Marielle Franco: há poucos dias ela denunciou atos de violação aos direitos humanos praticados pelo 41 Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, tendo assumindo também na semana passada a condição de relatora da comissão criada na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro para acompanhar as ações operacionais das tropas que ocupam a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

Ou seja, Marielle, cuja morte está sendo celebrada hoje em todo o País, como um grito de alerta e de protesto pelo que acontece com os oprimidos, dos quais ela era porta-voz na Câmara de Vereadores, derramou seu sangue não em defesa de sua própria vida, mas daqueles que sofrem os horrores de uma cidade ou de um Estado em frangalhos, agora ocupado de forma irresponsavelmente eleitoreira apenas para evitar que Temer conclua seu governo como o pato-manco José Sarney, um dos seus principais conselheiros.

Ora, todo o País sabe que essa bobagem de levantar a bandeira da Segurança Pública com empréstimos do BNDES é uma jogada simplesmente eleitoreira de um governo que vai se esvaindo em suas próprias tolices, para não falar nos casos de corrupção que envolvem toda a cúpula do governo Temer – a começar por ele, investigado em três processos, pelo menos. Em suma, que o sacrifício de Marielle Franco não seja em vão. E que os gritos que ecoam hoje pelo país afora sejam capazes de acordar a sociedade para o que poderá acontecer nos próximos meses com a proximidade das eleições.

#MARIELLEPRESENTE

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