Até tu, Moro?

O advogado Rodrigo Tacla Duran acusa o também advogado Carlos Zucolotto Júnior, amigo do juiz Sergio Moro, de vender favores na operação lava jato, como a redução de penas e multas. Não é a primeira vez que se levanta suspeição acerca da lisura da força-tarefa lava jato e de pessoas próximas ao juiz Moro. Em maio último, o jornalista Luís Nassif levantou a história do “Núcleo APAE” na lava jato

O advogado Rodrigo Tacla Duran acusa o também advogado Carlos Zucolotto Júnior, amigo do juiz Sergio Moro, de vender favores na operação lava jato, como a redução de penas e multas. Não é a primeira vez que se levanta suspeição acerca da lisura da força-tarefa lava jato e de pessoas próximas ao juiz Moro. Em maio último, o jornalista Luís Nassif levantou a história do “Núcleo APAE” na lava jato
O advogado Rodrigo Tacla Duran acusa o também advogado Carlos Zucolotto Júnior, amigo do juiz Sergio Moro, de vender favores na operação lava jato, como a redução de penas e multas. Não é a primeira vez que se levanta suspeição acerca da lisura da força-tarefa lava jato e de pessoas próximas ao juiz Moro. Em maio último, o jornalista Luís Nassif levantou a história do “Núcleo APAE” na lava jato (Foto: Esmael Morais)
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O advogado Rodrigo Tacla Duran acusa o também advogado Carlos Zucolotto Júnior, amigo do juiz Sergio Moro, de vender favores na operação lava jato, como a redução de penas e multas.

Em nota, Moro afirmou que Zucolotto, que foi com ele recentemente a um show do Skank, é um profissional sério e negou qualquer tipo de triangulação com réus na lava jato.

A reportagem na Folha, deste domingo (27), é de arrepiar até o cabelo do ministro do STF Alexandre Moraes.

Não é a primeira vez que se levanta suspeição acerca da lisura da força-tarefa lava jato e de pessoas próximas ao juiz Moro. Em maio último, o jornalista Luís Nassif levantou a história do “Núcleo APAE” na lava jato.

O elo entre a “APAE” e advogados que integram o seleto e milionário clube da delação premiada seria, de acordo com reportagem de Nassif, a também advogada Rosângela Moro, mulher do juiz Sérgio Moro.

Resumo da ópera: “à mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”.

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