Bozosaurus rex, o filme
Nos dias de hoje, a presença de um Bozosaurus rex e seus filhotes, ainda pode complicar a vida de muita gente.
O texto a seguir apresenta, modestamente, o que poderia servir como base de um argumento para quem pudesse se interessar em produzir e patrocinar, para as telas dos cinemas, Bozosaurus rex, o filme.
OTyrannosaurus rex é o mais famoso e o mais querido dinossauro do planeta “(...) principalmente a partir da série de filmes “Jurassic Park” do cineasta e diretor americano Steven Spielberg, iniciada nos anos 90 do século passado, aparecem muitas vezes como dinossauros mandachuvas do pedaço e até, em algumas oportunidades, como verdadeiros justiceiros esmagando outras espécies mais agressivas e violentas.
Sabemos que nesse ambiente jurássico, retratado pela indústria cinematográfica de Hollywood, o T. rex versus Homo sapiens não rolou de fato, uma ficção, porque não coexistiram esses seres na mesma época no Planeta Terra. Agora, nos dias de hoje, a presença de um Bozosaurus rex (…)” [1] e seus filhotes, ainda pode complicar a vida de muita gente.
O que a mídia e os jornais atualmente vem divulgando sobre um determinado personagem da república “Parece um filme antigo. Esse filme que estamos vendo agora (...), mas atualmente com outros atores e cenários mais sofisticados.” [2]. Seria um exagero pensar assim ou não?
“Segundo a Wikipédia, a enciclopédia livre, 'Os mosassauros foram os répteis pré-históricos da família Mosassauridae que eram os principais predadores dos oceanos do final do Cretáceo. O grupo não está relacionado proximamente, com os dinossauros, com os plesiossauros ou com os ictiossauros (répteis marinhos), pertencendo antes à ordem dos escamados que inclui atualmente as cobras e os lagartos.'
Nos últimos dois filmes da criação de Steven Spielberg, da série Jurassic Park, esse réptil marinho escamoso aparece em cenas muito especiais.
No penúltimo filme (Jurassic World) esse grandão dos oceanos sobe para comer um tubarão de aperitivo num parque aquático e, já perto do final do filme, ele vai dar um jeito de acabar com a festa de um dinossauro de laboratório, que estava fazendo aquele estrago na história.
No último filme (Jurassic World: Fallen Kingdom), esse aparente justiceiro marinho, deixa todo mundo em suspense, para o próximo filme da série, porque aparece, através de sua enorme silhueta, na frente de uma grande onda e no meio de surfistas.
Desse mundo da ficção jurássica, onde esses bichos pré-históricos convivem e brigam com o homem numa luta hollywoodiana, sempre vai acabar sobrando um monstro desses, do mal e do bem, para a sequência da próxima história.
E aqui no país da jabuticaba?
Quais são os nossos monstros predadores?” [3]. Como ficamos?
As vezes tenho dúvida se vale a pena ficar “(...) martelando, no campo das ideias o que foi o governo de Bolsonaro, (…).
Desse modo, para terminar, gostaria de lembrar aqui as iluminadas palavras do educador Paulo Freire: 'Desrespeitando os fracos, enganando os incautos, ofendendo a vida, explorando os outros, discriminando o índio, o negro, a mulher, não estarei ajudando meus filhos a serem sérios, justos e amorosos da vida e dos outros.'” [4]
Fontes
[1] “Bozosaurus rex”. Artigo de Heraldo Campos de 03/06/2025.
https://cacamedeirosfilho.blogspot.com/2025/06/bozosaurus-rex.html
[2] “Filme antigo”. Artigo de Heraldo Campos de 24/05/2021.
https://cacamedeirosfilho.blogspot.com/2021/05/filme-antigo.html
[3] “Está faltando um mosassauro?”. Artigo de Heraldo Campos de 02/04/2020.
https://cacamedeirosfilho.blogspot.com/2020/04/esta-faltando-ummosassauro-cronica-de.html
[4] “Martelando”. Artigo de Heraldo campos de 12/12/2020.
https://cacamedeirosfilho.blogspot.com/2020/12/martelando.html
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

