Brasil no Apocalipses

Já imaginaram se Temer renovasse o contrato com o Demônio, e vivesse sem parar como fez a Sra. Mirtha Legrand na Argentina? Na parte traseira de nossos sofridos pescoços, tatuaria o terrível guarda: Temer fica

Já imaginaram se Temer renovasse o contrato com o Demônio, e vivesse sem parar como fez a Sra. Mirtha Legrand na Argentina? Na parte traseira de nossos sofridos pescoços, tatuaria o terrível guarda: Temer fica
Já imaginaram se Temer renovasse o contrato com o Demônio, e vivesse sem parar como fez a Sra. Mirtha Legrand na Argentina? Na parte traseira de nossos sofridos pescoços, tatuaria o terrível guarda: Temer fica (Foto: Guillermo Gomez)
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Já imaginaram se Temer renovasse o contrato com o Demônio, e vivesse sem parar como fez a Sra. Mirtha Legrand na Argentina?

Na parte traseira de nossos sofridos pescoços, tatuaria o terrível guarda: Temer fica.

Nós andaríamos com os cabelos longos nas orelhas, e nossa cabeças ficariam irritadas com a agressividade dos inúmeros piolhos.

Pelados correríamos pela rua com a boca aberta, para ver se podemos apanhar uma mosca como almoço.

As solas dos nossos sapatos estariam cheias de buracos, e brigaríamos nas ruas por uma alucinação, ao acreditar que olhamos um pedaço de pão no passeio.

Os pastores evangélicos se riscariam e se morderiam entre eles, tentando levantar um dízimo imaginário do chão.

Boechat, sairia na rua com uma peruca preta para esconder sua identidade, cobrindo a boca, para deformar sua conhecida voz e não ser reconhecido. Perguntaria de incógnito, você não viu passar meu amigo o Presidente?

Alexandre Frota já exilado, limparia os banheiros em Caracas.

As pessoas estariam tão deterioradas, tão arruinadas, que muitos veriam a Marina Silva como uma mulher jovem e bonita.

A família Marinho se trancaria em um castelo no topo de uma colina amuralhada.

Como tudo seria tão caótico e desordenado na terra, ninguém saberia onde fica esse misterioso castelo. Porque todos os papéis e mapas já teriam sido devorados pelos homens, depois de uma briga com os ratos mas agressivos da cidade.

Nesse enigmático castelo da Família Marinho, William Bonner seria seu fiel zelador. E todo miserável que batesse à porta para pedir comida, Bonner responderia com uma fala agressiva, através do buraco na porta: Eu já falei que a família Marinho não mora aqui!

Maria Beltrão se trancaria na cozinha do Castelo para não perder as suculentas refeições, e conversaria muito enquanto engoliria farinha. Ela falaria sobre a merda que é a Venezuela e repetiria vingativa: Isso lhes aconteceu por não obedecer a Trump.

Liliane Neubarth escutaria calada, alarmada com medo de uma invasão venezuelana no castelo da família Marinho.

Alexandre Garcia seria um mordomo fantasma, andaria meio nu no jardim procurando capturar lepidópteros comunistas.

Na sala principal, Miriam Leitão aturdiria a família Marinho com suas análises verbais da situação. A família Marinho aceitaria essa tortura com uma devoção cristã.

Paulo Nogueira daria gargalhadas sozinho em um porão do castelo, e depois com os óculos sem vidro na cara, discutiria nervoso com um vaso sanitário abandonado.

Pedro Parente fantasiado de Chacrinha, mandaria bilhetes breves para o castelo, prometendo que assim que tivesse algum combustível, resgataria a família Real Marinho daquele horrível lugar...

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