Brasília, presente e futuro

A Brasília que queremos é a que está sendo construída pelo atual governo, com participação popular e democracia

O aniversário de 54 anos de Brasília não merece se reverenciado apenas com festas e comemorações. Também é uma oportunidade ímpar para uma reflexão mais do que necessária sobre o presente e o futuro da capital da República: qual é a Brasília que queremos para viver, formar famílias, criar nossos filhos, ver nossos netos crescer, trabalhar e estudar?

Hoje, temos uma Brasília da inclusão social, do desenvolvimento socioeconômico sustentável, da busca permanente pela melhoria dos serviços públicos, do investimento em tecnologia e inovação, do respeito aos direitos humanos e à diversidade de gênero e étnica, da pluralidade cultural e do fortalecimento de todas as suas regiões administrativas.

Num passado não muito distante, tivemos a Brasília dos escândalos, com renúncias de governadores – um deles chegou a ser preso em pleno mandato –, com o abandono dos pobres à própria sorte, com a indiferença em relação aos problemas das regiões administrativas e com políticas voltadas quase que exclusivamente aos interesses dos mais ricos.

Não tenho dúvida que a enorme maioria dos brasilienses prefere uma Brasília como a de hoje, com avanços sociais e econômicos. Enfim, uma capital para todos, sem privilégios e com amplas possibilidades de acesso aos serviços públicos e à melhoria da qualidade de vida.

A propósito, trabalho diuturnamente no exercício do meu mandato de deputado federal, com o apoio do meu partido, o PT, para que consigamos ter uma capital cada vez mais justa social e economicamente. Isso implica valorizar os brasilienses em todos os aspectos, da saúde à educação, passando pela melhoria da remuneração dos servidores públicos, por mais investimentos em segurança pública, pelo fortalecimento do ensino público e pela modernização do sistema de mobilidade urbana.

Esses também são os compromissos do governador Agnelo Queiroz e da presidenta Dilma Rousseff, cujas políticas públicas de seus governos estão voltadas à redução da pobreza, à ampliação dos serviços públicos de saúde e assistência social, ao maior acesso ao ensino público em todos os níveis, à capacitação e qualificação profissional, à valorização dos salários, à expansão da oferta de moradias, ao fortalecimento da segurança pública e à garantia do pleno emprego.

Conquistas e avanços como esses não ocorrem ao acaso. Além de vontade política, é preciso desprendimento, coragem e a compreensão de que a principal meta de um governo é trabalhar para toda a população, especialmente a mais pobre, sem privilegiar classes sociais nem determinadas localidades.

Por isso, o governo Agnelo busca, ao mesmo tempo, diminuir as desigualdades e desenvolver ações para elevar a qualidade de vida de todos os brasilienses. Exemplo disso são as obras estruturantes de mobilidade urbana – como as do Expresso DF, via expressa de ônibus, já em fase experimental, que reduzirá de uma hora e meia para 40 minutos o tempo de viagem entre o Gama e o Plano Piloto – e a licitação que resultou na troca da maior parte das empresas de transporte coletivo do DF e na renovação de mais de 2.500 ônibus, até o momento.

Além da recuperação e construção de vias e viadutos, o governo Agnelo tem desenvolvido ações inovadoras em outras áreas. Na saúde, por exemplo, reformou e ampliou hospitais, construiu Unidades de Pronto Atendimento (Upas) e lançou serviços como a Carreta da Mulher e a Carreta Oftalmológica.

A primeira carreta percorre as regiões administrativas oferecendo consultas em diferentes especialidades médicas para as mulheres. A segunda está realizando uma verdadeira revolução na área de atendimento oftalmológico, permitindo que centenas de idosos deixem logo a fila de espera e façam a tão sonhada cirurgia de catarata.

Também temos desenvolvido em Brasília projetos de extraordinária sensibilidade, como é o caso da Fábrica Social, que oferece capacitação profissional em cursos de dois anos de duração para pessoas com renda de até R$ 140, inscritas no Bolsa Família DF Sem Miséria.

Esse programa atende hoje a 1,2 mil pessoas – a maioria mulheres da Cidade Estrutural, que recebem auxílio-alimentação de R$ 304, com a possibilidade de chegar a R$ 2 mil, conforme a assiduidade e desempenho. Mais do que a remuneração, elas encontram na Fábrica Social a oportunidade de inclusão social, de exercício efetivo da cidadania e a possibilidade de sonhar com um futuro melhor para seus filhos.

Entre outras iniciativas, podemos citar ainda o Hospital da Criança de Brasília, que tem a parceria do governo Agnelo com a Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias. Referência nesses tratamentos, o hospital atende mensalmente 5 mil crianças e adolescentes.

No dia a dia, divido meu trabalho como parlamentar entre a Câmara dos Deputados e o atendimento à população do DF. Na Câmara dos Deputados, proponho projetos de lei e outros encaminhamentos, além de fazer articulações com o governo federal para ver atendidas às demandas do Distrito Federal.

No convívio com todas as regiões administrativas, conheço quais são os principais anseios dos brasilienses, a fim de buscar alternativas para atendê-los, e também acompanho as transformações pelas quais o DF está passando desde 2011, com a chegada de Agnelo ao governo do DF.

Por tudo isso, reitero: a Brasília que queremos é a que está sendo construída pelo atual governo, com participação popular e democracia.

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