Carta aos diretórios mineiros e à militância petista

Nessa reta final, é fundamental não apenas o voto, mas a mobilização constante. Vamos mostrar que Minas Gerais não cogita o fascismo e está com Haddad, Manu e Lula livre. Não podemos descansar enquanto o Brasil não for administrado pelo projeto preferido pelo povo

Carta aos diretórios mineiros e à militância petista
Carta aos diretórios mineiros e à militância petista (Foto: Ricardo Stuckert)

Nunca um presidente venceu uma eleição sem ganhar em Minas Gerais. O estado, em toda sua diversidade, é a síntese do Brasil e carrega a palavra liberdade na bandeira. Minas não foge de sua responsabilidade histórica e será, mais uma vez, decisiva para a vitória do projeto que irá retomar a soberania brasileira.

Por isso, nos dias 29 e 30 de setembro, vamos todos às ruas com a alegria de quem vai fazer o Brasil feliz de novo, mas também com a indignação justa por tudo o que está acontecendo com o nosso país. As caravanas Lula Livre e Haddad Presidente vão ocorrer em todo o Brasil, no último final de semana antes da eleição do primeiro turno.

Impediram a vontade popular ao prender, sem nenhuma prova, o melhor presidente de nossa história que, não por acaso, liderava com folga todas as pesquisas. Não aprisionaram, porém, as suas ideias e, principalmente, o legado de transformações de Lula. E somos nós que representamos esse legado que fez 36 milhões de pessoas saírem da condição de miséria, enquanto 42 milhões entraram para a classe média. Na educação, pasta em que Fernando Haddad se destacou, foram criadas 18 novas universidades federais, três em Minas Gerais e 173 campi universitários. O nosso estado recebeu também cinco Institutos Federais. Entre campus de universidades e de institutos federais, foram 54 cidades mineiras contempladas.

A candidatura de Fernando Haddad e Manuela D'Ávila não pertence mais a uma coligação ou a partidos políticos. É a candidatura que representa as forças populares, e é a mais forte para vencer tanto a pauta antinacional do golpe e seus retrocessos, quanto o crescimento da direita fascista no Brasil. Em pouco mais de dez dias, Haddad saiu de 4% para 22% e tende a crescer ainda mais. E Minas Gerais não poderia deixar de ser palco dessa virada importantíssima para a nossa história. A onda vermelha fará Haddad presidente, Pimentel novamente governador, Dilma senadora e Miguel senador.

O Brasil precisa retomar o crescimento econômico com justiça social. São mais de 13 milhões de desempregados, 30 milhões de subocupados, além de 63 milhões de endividados. Temer e o PSDB entregam nossas riquezas e governam para o mercado financeiro internacional. Os investimentos públicos foram congelados e, junto com eles, as chances do Brasil sair da crise, caso essa política antinacional persista. A intolerância, o desrespeito e o despreparo, representados pela candidatura Bolsonaro, não podem ser alternativas.

Tive a honra de, com apenas com 16 anos, em 1989, ser o coordenador da campanha Lula presidente na minha cidade natal, Bom Sucesso. Naquela época, enfrentar as brutais desigualdades no Brasil era apenas um sonho. Hoje, sou o coordenador em Minas Gerais da candidatura de Haddad, que irá retomar as conquistas dos nossos governos, transformá-las em questão de Estado para, finalmente, avançarmos no combate aos privilégios tão característicos da história política do nosso país.

Nessa reta final, é fundamental não apenas o voto, mas a mobilização constante. Vamos mostrar que Minas Gerais não cogita o fascismo e está com Haddad, Manu e Lula livre. Não podemos descansar enquanto o Brasil não for administrado pelo projeto preferido pelo povo. Não podemos descansar enquanto o fascismo confunde a nossa população. Minas sabe quem fez por ela e pelo Brasil. Saberá escolher bem o nosso próximo presidente. E ele será aquele que foi o ministro de maior destaque do governo mais popular da história do país: Fernando Haddad!

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