Com Lula, Brasil fechará 2023 com chave de ouro: será a 9ª economia do mundo, aponta FMI

Lula tem mostrado que é possível, sim, reconstruir o país com justiça social e participação popular

Presidente Lula e ministro Fernando Haddad participam de reunião no Palácio do Planalto - 25/05/2023
Presidente Lula e ministro Fernando Haddad participam de reunião no Palácio do Planalto - 25/05/2023 (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)


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O ano de 2023 tem sido bastante promissor para o Brasil. Começamos com pé direito e energia renovada. Os ares são outros. Com Lula presidente, justiça e inclusão social, participação popular, desenvolvimento econômico e sustentável agora são palavras que fazem parte do nosso dia a dia. Tudo isso, graças a um trabalho árduo de reconstrução do país, realizado com respeito a todas e todos. Trabalho esse que, inclusive, tem sido reconhecido mundialmente, e que pode trazer frutos para os anos seguintes.

Esta semana, o Fundo Monetário Internacional (FMI) apontou que o Brasil deve fechar 2023 subindo no ranking das dez nações com maior peso global. A expectativa é que o país saia da  11º posição e ocupe o 9ª lugar das maiores economias do mundo. No passado, com Lula e Dilma, o país chegou à 6º posição. Um marco para a recente história do nosso Brasil.  

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Essa previsão foi feita com base no crescimento do Brasil, que tem sido acima do esperado pelo mercado. Entre os diversos indicadores que mostram os avanços de uma economia, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, por exemplo, cresceu 0,9% no segundo trimestre de 2023, se comparado aos primeiros três meses do ano. Quando se compara o crescimento com o segundo trimestre de 2022, a alta é de 3,4%, surpreendendo analistas e aqueles que duvidavam do governo Lula.

E diversas políticas contribuíram para esse resultado magnífico, como o novo Arcabouço Fiscal, que abriu a possibilidade para investimentos públicos futuros; a simplificação da cobrança de impostos indiretos, por meio da reforma tributária; além da valorização do salário mínimo e da classe trabalhadora, entre outras.

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Mas não para por aí. Frustrando o agouro de muitos, Lula tem mostrado que é possível, sim, reconstruir o país com justiça social e participação popular. Prova disso é que o orçamento de 2024 cresceu em áreas sociais, como mostra o levantamento Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). O destaque vai para a igualdade racial e habitação, que ficaram quatro anos sem orçamento federal e agora poderão se reerguer.

Já a educação, segmento fundamental para crescimento de uma nação, receberá R$ 162 bi, aumento de 24%, em relação a este ano. Outras áreas, como meio ambiente e clima; indígenas; quilombolas; mulheres; crianças e adolescentes; e energia, também serão contempladas com o orçamento que foi pensando pelo povo e para o povo.

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Todos esses avanços são resultado do chamado efeito Lula. Ao longo de quase um ano de mandato, o presidente tem trabalhado incansavelmente para reconstruir o Brasil, que sofreu com as políticas implementadas por governos anteriores. Foram longos anos de perversidade, que retrocederam décadas de conquistas e de desenvolvimento popular. Mas isso ficou para trás. Agora, já podemos vislumbrar um novo horizonte.

Enquanto eles deixaram a marca da fome e da desigualdade social, Lula deixa um rastro de justiça e de esperança.

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