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Ricardo Mezavila

Escritor, Pós-graduado em Ciência Política, com atuação nos movimentos sociais no Rio de Janeiro.

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Congresso X Trabalhadores

O atual Congresso volta a conspirar contra os interesses nacionais, só que dessa vez diretamente contra os interesses da população

Congresso Nacional - 16/09/2024 (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

Período recente da nossa história, quando acompanhamos o Congresso atuar contra os interesses direto do país e indiretamente da população, vimos a presidenta Dilma Rousseff ser injustamente retirada do governo.

Deputados e senadores, com apoio da casa da justiça, órgão máximo do poder judiciário e guardião da Constituição Federal, uniram-se “com supremo, com tudo”, e pavimentaram a estrada para que o fascismo avançasse.

O atual Congresso, emporcalhado pela onda fascista, volta a conspirar contra os interesses nacionais, só que dessa vez diretamente contra os interesses da população. O objetivo imediato não é de oposição à soberania, mas o enfraquecimento de um gigante organicamente alimentado pelas massas.

A diferença entre os períodos é que agora, apesar da maioria das figurinhas repetidas, o Supremo está cumprindo com suas funções constitucionais e não quer ser ingrediente na panela do diabo.

Mesmo considerando o absurdo óbvio, Lula acertou em recorrer ao Supremo contra a derrubada do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras, para equilibrar as contas públicas e buscar a meta fiscal deste ano

O Congresso e a mídia de oposição tentam aterrorizar a população com o aumento, mas escondem que o IOF incidirá sobre compras internacionais com cartões de crédito e débito, cartões pré-pagos internacionais, cheques de viagem e remessas para o exterior, ou seja, sem prejuízo aos trabalhadores.

Faltam quinze meses para as eleições, a extrema direita congressista vê seu mito de barro morrendo ‘literalmente’ – como disse seu filho 02- em praça pública, e o rodeiam como abutres para conseguir parte de seu espólio eleitoral.

Ao presidente da Câmara de Deputados #HugoNemSeImporta, resta refletir se vale a pena liderar essa jornada inconstitucional e se tornar vilão. Ao que parece, sim.

Que pressão foi essa que transformou um domingo de acordos e confraternização, em uma terça-feira de traição e descumprimento desses acordos?

Quando Hugo Motta vai retornar o telefonema do ministro Fernando Haddad?  O silêncio é a confissão que precede a derrota. Agora é a vez do Povo!

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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