Crime x crime
A quantas anda a segurança pública da população nacional?
Há um anuário sobre este tema fazendo parte do programa governamental; e, como a política tem lado e o jornalismo tem fato, vejamos: “O Brasil apresentou piora na prevalência do crime organizado, segundo relatório da Iniciativa Global Contra o Crime Organizado Transnacional (GI-TOC) divulgado nesta segunda-feira (11). A pesquisa, que coleta informações de 193 nações, coloca o país na 14ª posição em criminalidade no Índice Global de Crime Organizado, uma piora em relação à edição de 2023”. Fonte: O Globo, maio de 2026.
A notícia demonstra mudança, já que, em 2023, a posição do Brasil era vigésima segunda.
Investigações envolvendo operações financeiras e influências políticas — a exemplo de desdobramentos como o caso envolvendo o Banco Master e apurações sobre a administração pública no Rio de Janeiro — demonstram que os esquemas de corrupção se capilarizaram para além do Poder Executivo, alcançando o Legislativo e o Judiciário.
Órgãos como a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União seguem atuantes em ações de repressão, a exemplo de operações recentes contra organizações criminosas focadas em desvios e estelionatos contra o INSS.
Os dados mais recentes sobre segurança pública apontam para uma queda na taxa de homicídios no Brasil, um aumento na percepção de risco envolvendo a criminalidade organizada e uma alta nos crimes virtuais. Agência Brasil, em 2026.
O crime das chamadas “rachadinhas”, crimes ambientais e outros tipos de corrupção e desmandos NECESSITAM da ATENÇÃO PERMANENTE dos responsáveis pela política interna e externa do Brasil, confirmando, assim, a nossa soberania.
#ValReiterjornalista
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

