Com Lula livre e a Constituição respeitada, o Brasil amanhece outro Brasil

Hildegard Angel, do Jornalistas pela Democracia, descreve o Brasil após a libertação de Lula: "Um Brasil que não se curva e não se permite ser enganado. Sem medo de contestar mentiras, pronto a reagir até a última gota de sua energia à manipulação sádica, indecente, contínua e covarde da mídia poderosa, do judiciário partidário, dos sanguessugas de pijama, do apetite insaciável do mercado"

(Foto: Ricardo Stuckert)

Por Hildegard Angel, para o Jornalistas pela Democracia - O Brasil espana sua desolação. Constituição respeitada. Lula livre. Uma aragem de Democracia sopra em nossos rostos abatidos. O Brasil amanhece outro Brasil. Um Brasil que não se curva e não se permite ser enganado. Sem medo de contestar mentiras, pronto a reagir até a última gota de sua energia à manipulação sádica, indecente, contínua e covarde da mídia poderosa, do judiciário partidário, dos sanguessugas de pijama, do apetite insaciável do mercado. 

De início, tontos, intimidados, assistimos ao crescimento dessa ficção vestida de “equilíbrio jornalístico”, que compara alhos a bugalhos, como iguais. Comparar patriotas a milicianos, nacionalistas a extremistas, usar a ingenuidade dos brasileiros crédulos e desinformados como instrumento de seu poder, esses são os fermentos da erva daninha, que agora cobre, oprime e suga a seiva de toda a Nação.

O copo cheio de mágoa derramou o leite. Não temos mídia forte, temos voz. Se nos impedem a fala, usamos a escrita. Se nos rasgam as páginas, navegamos na Internet. Se nos cortam os sinais, vamos de porta em porta, rua em rua, boca em boca. Se, no início desse surto brasileiro, desnorteados e sem saber como reagir, toleramos essa falsa isenção da mídia poderosa, não toleraremos mais. 

Perdemos o medo de desafiar quem tudo pode, e que tanto afrontam nossa Democracia. Eles têm força, nós temos coragem. Eles querem tudo ganhar, nós temos ainda menos a perder. Nossos princípios são a munição que nos fortalece. Não nos permitiremos curvar a tanta desfaçatez em invólucro de imparcialidade. O que nos move não é o culto à personalidade de um líder. É o nosso povo retratado por Portinari, são as vidas secas, as rodas vivas, os bacuraus, Marielles e Zuzus, as Ágathas de hoje e os possíveis Stuarts de amanhã, e que o ontem da tirania nunca mais se repita entre nós.

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