Dia do Trabalhador, um momento de reflexão

Conquistas dos governos Lula e Dilma incomodam cada vez mais aqueles que, historicamente, se opõem à construção de uma sociedade mais justa

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Pelo 11º ano consecutivo, os trabalhadores brasileiros chegam ao 1º de Maio com muitos motivos para comemorar. Afinal, neste período, houve significativa melhoria na qualidade de vida dos assalariados, com enorme expansão da oferta de emprego e aquecimento do mercado de consumo.

Esse avanço precisa, agora, ser mantido e fortalecido, o que exige dos trabalhadores uma profunda reflexão sobre qual futuro queremos para o país. O Dia do Trabalhador é o momento oportuno para analisarmos a situação que vivemos, comparar com o passado e projetar o amanhã que esperamos para todos nós.

Desde a primeira eleição do presidente Lula, em 2002, passando pelo seu segundo mandato e agora pelo governo da presidente Dilma Rousseff, o país vive um período de resgate de uma dívida histórico com os trabalhadores e com a população mais pobre das cidades e do campo.

As políticas de valorização do salário mínimo, de pleno emprego e de forte inclusão social comprovam isso. Programas como Bolsa Família, Brasil Sem Miséria, Minha Casa Minha Vida, Prouni (Programa Universidade para Todos), Água para Todos, Luz para Todos e Pronatec – voltado à qualificação profissional das camadas mais pobres da população –, entre outros, transformaram o Brasil para melhor.

Nos governos Lula e Dilma foram criados mais de 21 milhões de novos empregos, 36 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza e 40 milhões ascenderam à classe média. Atualmente, o Programa Bolsa Família beneficia cerca de 14 milhões de famílias. Já o Minha Casa Minha Vida entregou aproximadamente 1,5 milhão de moradias em todo o país.

Essas conquistas incomodam cada vez mais aqueles que, historicamente, se opõem à construção de uma sociedade mais justa, menos desigual e com amplas oportunidades de acesso a serviços e possibilidade de melhoria de vida.

Exemplo dessa contrariedade é a campanha que a oposição ao governo Dilma e setores do empresariado vêm fazendo para tentar acabar com a política de valorização do salário mínimo. Sem dúvida, esse movimento é um retrocesso e uma agressão à classe trabalhadora, contra o qual precisamos nos insurgir.

Em um ano eleitoral, cabe aos trabalhadores decidir se querem continuar ampliando e aprofundando as conquistas que estão mudando o país ou se preferem entregar seu destino àqueles que defendem os interesses do mercado financeiro, quase sempre antagônicos aos da enorme maioria da população brasileira.

Por isso, o Dia do Trabalhador é, além de uma data festiva, uma janela para que possamos contemplar o cenário construído no Brasil a partir de 2003, com Lula e Dilma, e aquele que tínhamos antes, quando os direitos sociais e trabalhistas eram vistos como entraves à supremacia do mercado, cuja principal preocupação é obter ganhos cada vez maiores sem qualquer compromisso de proporcionar benefícios aos assalariados e às parcelas mais pobres da sociedade, nem de apoiar o desenvolvimento socioeconômico inclusivo e sustentável.

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