Dois males: o Imperialismo e a Rede Globo
Enquanto o imperialismo estadunidense existir, não haverá paz no mundo, enquanto a Rede Globo existir, não haverá democracia forte no Brasil
Enquanto o imperialismo estadunidense existir, não haverá paz no mundo, enquanto a Rede Globo existir, não haverá democracia forte no Brasil.
Empresa de comunicação é uma concessão pública do governo.
Sendo assim, a empresa não pode atentar contra o Estado Democrático de Direito, sob pena de ter cassada a autorização.
Brizola a enfrentou muito, denunciando os abusos de fazer jornalismo político com parcialidade e desonestidade.
Lula ficou em denúncias e também a de não conceder entrevista enquanto e emissora não se desculpar pelas aleivosias proferidas a seu respeito.
A Globo tem o monopólio de todos os grandes eventos, seja carnaval, sejam os principais acontecimentos esportivos.
Com todas as ações que fez contra a democracia, como golpes de todos os gêneros, já deveria ser enquadrada nos limites das leis.
Levou 50 anos para reconhecer o erro de ter apoiado o golpe de 64, e o fez de forma farisaica.
Foi promotora do lavajatismo e em 2016 estava de novo no golpe jurídico-parlamentear contra a presidenta Dilma.
Não basta mais constatar e denunciá-la, é mister ir além, o Ministério das Comunicações deveria tomar as medidas legais cabíveis.
É ingenuidade e a história comprova que tratar a Globo como isenta e não como inimiga da democracia, é pusilanimidade, pois, a verdade está nos fatos dos golpes e tentativas, nos quais deu cobertura, quando não fustigou e articulou, como o de 64.
Essa emissora não é patriótica, surgiu de dinheiro ianque e sempre foi sabuja dos EUA.
Para além de aplicar as leis, o governo deveria abrir concessão para nova emissora, preferencialmente formado por um pool de mídias independentes.
De uma forma ou de outra, o domínio dela não deve prosperar.
É ela ou nós, é o seu golpismo ou a democracia.
Ressuscito o refrão: Abaixo a rede globo, o povo não é bobo. Fora Globo lixo.
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.
