É mentira que o desemprego caiu; mídia manipula dados

O mais doloroso na crise político-econômica que fustiga o Brasil elevando a pobreza, a miséria e a desigualdade, extinguindo ou "precarizando" postos de trabalho, reduzindo salários e eliminando direitos trabalhistas, é a manipulação da opinião pública pela mídia conservadora

Michel Temer e desemprego
Michel Temer e desemprego (Foto: Eduardo Guimarães)

O mais doloroso na crise político-econômica que fustiga o Brasil elevando a pobreza, a miséria e a desigualdade, extinguindo ou "precarizando" postos de trabalho, reduzindo salários e eliminando direitos trabalhistas, é a manipulação da opinião pública pela mídia conservadora, elitista e, portanto, partidária da concentração de renda.

Antes de adentrar o assunto que intitula o post, a farsa sobre queda do desemprego, é necessário explicar por que a Globo, a exemplo de outros grandes grupos de mídia, tem batido duro no governo Michel Temer no campo político. Além disso, também há que explicar a crise econômica que não termina, só piora.

Temer e seu governo são um desastre. Estão afundando o país e a mídia sabe disso. Temer e sua quadrilha tentam promover as "reformas" que extinguem direitos trabalhistas e esvaziam programas sociais para agradar os barões midiáticos, mas não adianta porque eles sabem que um governo cheio de procurados pela polícia, a começar pelo titular, está e continuará causando uma queda livro dos indicadores econômicos por absoluta falta de credibilidade.

Dito isso, vamos à farsa que a mídia está vendendo para salvar a sua amada "reforma trabalhista". Exaltada por 10 entre 10 "analistas" midiáticos, se fracassar o povo tenderá a eleger no ano que vem um governo que se proponha a desfazer tudo que Temer está fazendo – privatizações, retirada de direitos trabalhistas etc.

Além disso, essa mídia vendeu aos brasileiros que bastaria tirar Dilma do cargo para a economia voltar aos eixos, ainda que tenha piorado porque a Lava Jato acabou com o setor mais dinâmico da economia, o da construção pesada, e porque o Congresso passou a não aprovar nada que Dilma enviasse para lá a fim de aumentar os problemas na economia e causar desemprego para o povo apoiar o impeachment.

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