Eduardo Cunha ficou nu

"Pobre Cunha. Durante dez meses mandou na Câmara como se fosse o dono do mundo. Deitava e rolava, ditava o ritmo das votações, manobrava frenética e compulsivamente. Eis que, de uma sentada só, ele perde o trunfo que tinha com a oposição – o poder de iniciar o impeachment com maioria simples – e a força da ameaça que representava para o governo a mesma manobra. O rei ficou nu. Colocaram no bolso do Superhomem uma pedra de kriptonita. Tiraram o espinafre do Popeye. Cortaram o cabelo do Sansão", escreve Alex Solnik; jornalista lembra que "oposição e Cunha não têm 342 votos pelo impeachment nem que a vaca tussa. E sem 342 votos não tem impeachment"; leia a íntegra

"Pobre Cunha. Durante dez meses mandou na Câmara como se fosse o dono do mundo. Deitava e rolava, ditava o ritmo das votações, manobrava frenética e compulsivamente. Eis que, de uma sentada só, ele perde o trunfo que tinha com a oposição – o poder de iniciar o impeachment com maioria simples – e a força da ameaça que representava para o governo a mesma manobra. O rei ficou nu. Colocaram no bolso do Superhomem uma pedra de kriptonita. Tiraram o espinafre do Popeye. Cortaram o cabelo do Sansão", escreve Alex Solnik; jornalista lembra que "oposição e Cunha não têm 342 votos pelo impeachment nem que a vaca tussa. E sem 342 votos não tem impeachment"; leia a íntegra
"Pobre Cunha. Durante dez meses mandou na Câmara como se fosse o dono do mundo. Deitava e rolava, ditava o ritmo das votações, manobrava frenética e compulsivamente. Eis que, de uma sentada só, ele perde o trunfo que tinha com a oposição – o poder de iniciar o impeachment com maioria simples – e a força da ameaça que representava para o governo a mesma manobra. O rei ficou nu. Colocaram no bolso do Superhomem uma pedra de kriptonita. Tiraram o espinafre do Popeye. Cortaram o cabelo do Sansão", escreve Alex Solnik; jornalista lembra que "oposição e Cunha não têm 342 votos pelo impeachment nem que a vaca tussa. E sem 342 votos não tem impeachment"; leia a íntegra (Foto: Alex Solnik)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

O que provocou o adiamento da decisão acerca do último pedido de impeachment da presidente Dilma, que estava marcado para hoje não foi a desculpa esfarrapada que o ainda presidente da Câmara Eduardo Cunha deu ao sair da reunião de líderes que manteve esta manhã, que o motivo teria sido a necessidade de esperar um aditamento ao pedido com a inclusão de provas de que houve pedaladas também em 2015. Não foi nada disso.

O que paralisou os movimentos de Cunha foi a decisão do STF de hoje anulando o rito de impeachment anunciado por ele, considerado autocrático pelos ministros do Supremo.

A manobra inventada por Cunha de que, com maioria simples, o plenário poderia dar o pontapé inicial no processo foi derrubada pelos ministros por ser inconstitucional – ele é useiro e vezeiro em manobras inconstitucionais - o que foi um baque nas suas pretensões e no seu acordo com a oposição que ruiu fragorosamente (deu para ouvir o barulho em São Paulo).

Para ganhar tempo e pensar no que fazer agora ele jogou a decisão para a semana que vem, mas todas as janelas do Congresso sabem que a oposição e Cunha não têm 342 votos pelo impeachment nem que a vaca tussa. E sem 342 votos não tem impeachment.

Pobre Cunha. Durante dez meses mandou na Câmara como se fosse o dono do mundo. Deitava e rolava, ditava o ritmo das votações, manobrava frenética e compulsivamente.

Eis que, de uma sentada só, ele perde o trunfo que tinha com a oposição – o poder de iniciar o impeachment com maioria simples – e a força da ameaça que representava para o governo a mesma manobra.

O rei ficou nu. Colocaram no bolso do Superhomem uma pedra de kriptonita. Tiraram o espinafre do Popeye. Cortaram o cabelo do Sansão.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como:

• Cartão de crédito na plataforma Vindi: acesse este link

• Boleto ou transferência bancária: enviar email para [email protected]

• Seja membro no Youtube: acesse este link

• Transferência pelo Paypal: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Patreon: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Catarse: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Apoia-se: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Vakinha: acesse este link

Inscreva-se também na TV 247, siga-nos no Twitter, no Facebook e no Instagram. Conheça também nossa livraria, receba a nossa newsletter e ative o sininho vermelho para as notificações.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247