Estelionato golpista

Vergonhosamente o Brasil volta a figurar no mapa da fome, o desemprego é um dos maiores de nossa história, e pasmem, querem até diminuir o salário mínimo. Onde está o controle de nossas finanças? Cadê o desenvolvimento? Cadê os empregos?

temer meirelles padilha
temer meirelles padilha (Foto: Manoel Dias)

Um dos maiores argumentos que as forças retrógradas que aplicaram o golpe no Brasil usam é que arrumariam a economia do país, e que uma nova era de desenvolvimento chegaria aos lares brasileiros.

Acusavam o governo constitucional e legítimo de Dilma Rousseff de promover a falência do Estado e as ruínas das finanças. Chamaram então um dos papas do mercado para resolver tamanho desafio, Henrique Meirelles.

O resultado desta equação revelou-se um dos maiores estelionatos contra a sociedade brasileira. Programas sociais de vital importância foram abandonados, créditos foram suprimidos, impostos foram aumentados, e o discurso de austeridade se desvenda como um grande embuste.

A receita neoliberal e rentista em conjunto com o desmonte do estado brasileiro são o resultado deste governo ilegítimo e corrupto que temos.

Vergonhosamente o Brasil volta a figurar no mapa da fome, o desemprego é um dos maiores de nossa história, e pasmem, querem até diminuir o salário mínimo.

Onde está o controle de nossas finanças?

Cadê o desenvolvimento?

Cadê os empregos?

Perguntas que até hoje não obtivemos respostas por aqueles que estão ilegitimamente no poder.

Aliados ao que há de pior no Brasil, este governo é sustentado por meio de um Congresso Nacional patronal, e desprovido de autoridade moral para defender os verdadeiros interesses de nosso povo.

Aristocratas são por essência. Não compreendem que o Brasil é uma nação soberana. Insistem em colocar nosso povo de joelhos, frente ao mais espúrio interesse internacional; são reféns do sistema financeiro que vive dos imorais juros financiados por uma política econômica entreguista, anti-povo, anti-nação.

Corruptos são a representação mais fiel do nosso atraso oligárquico, de uma estratificação social, que nos remete a séculos passados.

O desmonte das garantias trabalhistas, a agressão ao sistema previdenciário, as políticas de arrocho e de perda de qualidade de vida, são as conseqüências de um Brasil que retrocede a cada ação deste governo.

Precisamos retomar a política de desenvolvimento nacional.

Necessitamos reafirmar nossa soberania e resgatar nossos direitos.

Este governo não representa, a nós, pedetistas, que tivemos líderes como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, Darcy Ribeiro a frente de governos, que sim, representavam as causas mais caras ao nosso povo brasileiro.

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