Eufemismo demais

Estamos utilizando eufemismo demais, suavizando demais as ações desse governo, temos que partir para o confronto, antes que seja tarde e o populismo fascista avance. Minimizar discurso reacionário e antidemocrático alegando patologia, é erro histórico! Os caras, não são loucos, nem burros, são fascistas!

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Grupos da extrema direita estão se articulando por todo o país. Se não forem desarticulados podem crescer e ameaçar ainda mais a democracia.

Na Itália de Mussolini, os jovens eram o alvo da política educacional e de propaganda do Fascismo. A função da escola de ensino fundamental e das universidades, era educar o novo homem e divulgar a cultura política do novo regime.

O fascismo já ocupa o cargo máximo da república e, à medida que o governo vai consolidando sua política, a extrema direita vai ganhando força no discurso, no convencimento e na organização.

O perigo da existência desses grupos é encontrar campo fértil e, aos poucos, a ideia ser introduzida entre os jovens.

O projeto de expansão das escolas militares, o crescimento do sentimento entre os evangélicos da necessidade de uma militarização ‘religiosa’, podem levar ao surgimento de um exército fascista civil.

Os sinais estão por aí, como no ataque aos enfermeiros na Praça dos Três Poderes. Os extremistas não se preocupam com o anonimato, expõem-se como quem têm retaguarda e cobertura garantida.

Agrega-se ao movimento fascista, a existência das milícias, que podem vir a instrumentalizar e instruir membros e simpatizantes da tropa.

A esquerda, sindicatos, Centrais, União dos Estudantes, progressistas, não podem deixar para combater depois o que está acontecendo agora, é preciso neutralizar o avanço do extremismo.

O Congresso que afastou a Presidenta Dilma está acovardado e não se manifesta com os absurdos praticados pelo presidente. Ao contrário, parlamentares criaram o Centrão, grupo de ratazanas atrás de cargos e propinas, em troca de apoio ao desgoverno genocida.

Estamos utilizando eufemismo demais, suavizando demais as ações desse governo, temos que partir para o confronto, antes que seja tarde e o populismo fascista avance.

Minimizar discurso reacionário e antidemocrático alegando patologia, é erro histórico! Os caras, não são loucos, nem burros, são FASCISTAS!

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