Explode nas urnas o coração do Brasil
Jornalista defende a importância do voto em 4 de outubro como momento decisivo para o futuro do Brasil e destaca avanços sociais e econômicos recentes
Explode coração! Não é todo dia que merecemos a oportunidade de salvar nosso país, nosso povo, nossas vidas do horror. Esse dia é o 4 de outubro, das eleições, quando salvaremos o Brasil da fúria devastadora dos que só pensam no próprio bolso, o resgataremos da vulgaridade, em que o mergulharam após golpear Dilma, com desrespeitos, grosserias, desapreço aos mais fracos, o ódio como padrão, a falta de compaixão, de espírito público e brio nacional.
Vamos apertar as teclas na urna, carinhosamente, como quem faz uma oferenda, religiosamente, com fé num futuro bom, próspero, soberano pra todos.
Caminharemos para a zona eleitoral, pisando firme, com a convicção de nossa importância cidadã, com lucidez, bem informados sobre os tantos progressos desses últimos quatro anos, à revelia dos maléficos, que, a cada decisão no Congresso, nos empurravam para retrocessos medievais contra as mulheres, as crianças, o ensino público, a ciência, a cultura, o meio ambiente, os princípios humanos básicos, a economia.
E o Brasil seguiu em frente, pulando
obstáculos, retornando ao grupo das 10 maiores economias do mundo, crescimento econômico superando projeções do tal "mercado", reduzindo o desemprego a níveis historicamente baixos, aumentando renda familiar e empregos formais — ôôô, a CLT voltoooou!
Não foi só isso, saímos do mapa da fome, milhões saíram da extrema pobreza, os investimentos públicos em infraestrutura cresceram, o Minha Casa Minha Vida chegando junto. Brasileiros endividados foram desenrolados, créditos para pequenos empreendedores retomados, assim como os programas educacionais e sociais, que haviam sido interrompidos ou reformulados para pior nos anos anteriores.
Como se tudo isso fosse pouco, a alimentação escolar foi reforçada, o meio ambiente reagiu com 50% de queda do desmatamento da Amazônia em relação a 2022, o mesmo sucesso no Cerrado, com redução de incêndios no Pantanal (-91%), na Amazônia (-75%), na Mata Atlântica (-58%), no Pampa (-45%). E mais não digo pq não cabe aqui.
Por tudo isso, é Lula na urna, com preces para dona Lindu; Haddad na urna; Bené, Marina Silva, Tebet, Zé Dirceu, Jandira, Jabbour, Glauber, João Goulart Filho, Chico Alencar, Nísia, Lindbergh, Gleisi, Celso Pansera...
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

