Fidel Castro e os vira-latas da mídia

A mídia brasileira, com o seu complexo de vira-lata, sempre reproduziu a visão imperial dos EUA de satanização do líder cubano Fidel Castro. Agora, com o anúncio da sua morte, ela promove uma festa macabra

Fidel Castro fuma charuto durante entrevista à imprensa durante visita do senador norte-americano Charles McGovern em maio de 1975. REUTERS/Prensa Latina (CUBA)
Fidel Castro fuma charuto durante entrevista à imprensa durante visita do senador norte-americano Charles McGovern em maio de 1975. REUTERS/Prensa Latina (CUBA) (Foto: Altamiro Borges)

A mídia brasileira, com o seu complexo de vira-lata, sempre reproduziu a visão imperial dos EUA de satanização do líder cubano Fidel Castro.

Agora, com o anúncio da sua morte, ela promove uma festa macabra. Na Globonews, os “calunistas” de plantão não se cansam de repetir a palavra “ditador”.

No site da Folha, a manchete garrafal: “Ditador Fidel Castro morre em Cuba aos 90 anos”. Já a asquerosa Veja destaca os “10 fatos sobre a vida do ex-ditador”.

E a revista Época segue a toada emburrecedora: “Aos 90 anos, morre o ditador cubano Fidel Castro”.

Uma rápida olhada nos sites dos principais veículos internacionais evidencia como a mídia nativa afundou de vez no jornalismo rastaquera.

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