Fora Temer, o pulha

"Temer passará à história como um governante que se ajoelhou diante dos mais ricos e agiu contra a grande maioria da população. Se valeu do golpe para servir aos banqueiros e contra o Brasil. Não foi apenas um golpe, mas um assalto ao poder por uma gangue de ladrões", afirma o sociólogo e cientista político Emir Sader; "Mas passará também como um pulha, um político subserviente, que colocou sua mediocridade a serviço das piores causas. Que terminou enxotado pelo povo, como o governante que menor apoio teve em toda a história do país, símbolo do mais avacalhado que a política brasileira já produziu, misto de Eduardo Cunha e Aécio Neves", completa; para Emir, "a partir da negação do STF e da presidência da Câmara sobre o chamado ilegal às Forças Armadas, só resta a renúncia a Temer"

"Temer passará à história como um governante que se ajoelhou diante dos mais ricos e agiu contra a grande maioria da população. Se valeu do golpe para servir aos banqueiros e contra o Brasil. Não foi apenas um golpe, mas um assalto ao poder por uma gangue de ladrões", afirma o sociólogo e cientista político Emir Sader; "Mas passará também como um pulha, um político subserviente, que colocou sua mediocridade a serviço das piores causas. Que terminou enxotado pelo povo, como o governante que menor apoio teve em toda a história do país, símbolo do mais avacalhado que a política brasileira já produziu, misto de Eduardo Cunha e Aécio Neves", completa; para Emir, "a partir da negação do STF e da presidência da Câmara sobre o chamado ilegal às Forças Armadas, só resta a renúncia a Temer"
"Temer passará à história como um governante que se ajoelhou diante dos mais ricos e agiu contra a grande maioria da população. Se valeu do golpe para servir aos banqueiros e contra o Brasil. Não foi apenas um golpe, mas um assalto ao poder por uma gangue de ladrões", afirma o sociólogo e cientista político Emir Sader; "Mas passará também como um pulha, um político subserviente, que colocou sua mediocridade a serviço das piores causas. Que terminou enxotado pelo povo, como o governante que menor apoio teve em toda a história do país, símbolo do mais avacalhado que a política brasileira já produziu, misto de Eduardo Cunha e Aécio Neves", completa; para Emir, "a partir da negação do STF e da presidência da Câmara sobre o chamado ilegal às Forças Armadas, só resta a renúncia a Temer" (Foto: Emir Sader)

Todo bicho venenoso, quando está para morrer, solta seus piores venenos. Michel Temer sintetiza hoje o que de pior foi acumulando o país nestes anos de crise, anos de ódio, de discriminação. Porque ele representa a usurpação do poder, a mediocridade, a união no seu governo dos políticos mais ladrões que o país já conheceu. Porque Temer representa a tentativa de expropriar do povo os direitos conquistados com anos e anos de luta. Porque Temer representa a dilapidação do patrimônio público, a entrega do pré-sal a oligopólios internacionais. Porque Temer representa o obstáculo para que o povo retome o direito de decidir, democraticamente, seus destinos.

Todo autocrata, todo governante que usurpa o poder, termina, nos seus últimos momentos, apelando para a força bruta, para tentar prolongar seu final. Termina jorrando sangue, sangue do povo, enlameado na pior corrupção e na pior repressão.

Temer passará à história como um governante que se ajoelhou diante dos mais ricos e agiu contra a grande maioria da população. Se valeu do golpe para servir aos banqueiros e contra o Brasil. Não foi apenas um golpe, mas um assalto ao poder por uma gangue de ladrões.

Mas passará também como um pulha, um político subserviente, que colocou sua mediocridade a serviço das piores causas. Que terminou enxotado pelo povo, como o governante que menor apoio teve em toda a história do país, símbolo do mais avacalhado que a política brasileira já produziu, misto de Eduardo Cunha e Aécio Neves.

Temer vai cair, em poucos dias ou poucas horas. E deixa um país convulsionado, em depressão econômica, profunda crise social, desgaste radical da política e do governo. Um país já não mais dividido, mas espoliado, oprimido, reprimido, mas mobilizado, contra ele. O centro desta crise é a ilegitimidade do governo de Temer.

A reconstrução da democracia e do país será um processo árduo, tantos males foram feitos em tão pouco tempo por esse governo bastardo. A democracia renascerá soterrando a figura do Temer e da sua gangue, negando tudo o que seu governo fez e reconstruindo o Brasil em bases democráticas.

Mas a imagem de Temer seguirá presente, como tudo o que o país não quer, como a referência mais negativa que o Brasil pode ter na sua trajetória. Apelar às FFAA como último instrumento de tentar sobreviver como defensor de uma ordem da qual ele é o principal atentado contra ela é o ultimo estertor. A partir daqui, da negação do STF e da presidência da Câmara desse chamado ilegal às FFAA, só resta a renúncia a Temer.

Ela já não governa há uma semana, não faz nada senão buscar subterfúgios para tentar superar as acusações que o deixaram completamente inerte. O país já não tem presidente, tem um sobrevivente, buscando uma boia para jogar-se ao mar.

O episódio do golpe no Brasil servirá para fortalecer a democracia, porque o país se dá conta de como os caminhos antidemocráticos levam de roldão tudo o que de melhor foi construído. Depois dos episódios de hoje no Brasil, só resta o FORA TEMER, O PULHA!

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