Governo Temer derrete em 9 meses

Em menos de 24 horas, mais dois ministros caíram por motivos de “saúde” no governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB). Com a “licença” de Eliseu Padilha (PMDB-RS) da Casa Civil, agora são sete ministros defenestrados em 9 meses de golpe. Até mesmo um apedeuta percebe o derretimento do governo golpista com esse calor infernal que faz no trópico

Em menos de 24 horas, mais dois ministros caíram por motivos de “saúde” no governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB). Com a “licença” de Eliseu Padilha (PMDB-RS) da Casa Civil, agora são sete ministros defenestrados em 9 meses de golpe. Até mesmo um apedeuta percebe o derretimento do governo golpista com esse calor infernal que faz no trópico
Em menos de 24 horas, mais dois ministros caíram por motivos de “saúde” no governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB). Com a “licença” de Eliseu Padilha (PMDB-RS) da Casa Civil, agora são sete ministros defenestrados em 9 meses de golpe. Até mesmo um apedeuta percebe o derretimento do governo golpista com esse calor infernal que faz no trópico (Foto: Esmael Morais)

Em menos de 24 horas, mais dois ministros caíram por motivos de “saúde” no governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB).

Com a “licença” de Eliseu Padilha (PMDB-RS) da Casa Civil, agora são sete ministros defenestrados em 9 meses de golpe.

Até mesmo um apedeuta percebe o derretimento do governo golpista com esse calor infernal que faz no trópico.

Na noite de quarta-feira (22), o senador José Serra (PSDB-SP) pediu demissão do Ministério das Relações Exteriores alegando problemas na “coluna” que o impediam de exercer a função na plenitude.

Entretanto, os problemas acumulados pelo tucano foram outros: 1- a delação apontando-o como recebedor de R$ 23 milhões de propina da Odebrecht; 2- eleição do adversário Alexandre Moraes para o STF; 3- desprezo dos EUA e isolamento no Mercosul (ficou sem ter com quem jogar); 4- tentativa de entregar a Base de Alcântara.

Na quinta-feira (23), também à noite, veio à tona o afastamento de Padilha para uma cirurgia da próstata.

O pedido de “licença” — em pleno Carnaval?! — coincidiu com a delação de José Yunes — melhor amigo e ex-assessor de Temer — segunda a qual Padilha teria recebido um “pacote” de Lúcio Funaro contendo R$ 4 milhões em propina.

Portanto, depreende-se que o governo ilegítimo de Michel Temer é um “doente” terminal cujo derretimento é inexorável.

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