Grupo de 'Mulheres unidas contra Bolsonaro' vira alvo de ataques dos militantes do candidato

Mesmo não tendo a mesma velocidade e número extraordinário de adesão, o que já era identidade entre os eleitores daquele que a mulherada chama de "Inominável", aconteceu: os homens pró-candidato se reuniram para jogar baixo contra as mulheres

Grupo de 'Mulheres unidas contra Bolsonaro' vira alvo de ataques dos militantes do candidato
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Eleitores do Inominável hackearam o maior coletivo de mulheres do Brasil. Essa é a personalidade dos eleitores de Bolsonaro.

Bastou as mulheres se reunirem para formar um grupo no Facebook chamado 'Mulheres unidas contra Bolsonaro', o qual, em apenas 3 dias, já contava com quase 1 milhão de adeptas em todo o Brasil, dentre elas, trans; para os "criativos" eleitores do Bolsonaro fazerem grupos semelhantes. Atualmente, o grupo conta com mais de 2 milhões de participantes.

Mesmo não tendo a mesma velocidade e número extraordinário de adesão, o que já era identidade entre os eleitores daquele que a mulherada chama de "Inominável", aconteceu: os homens pró-candidato se reuniram para jogar baixo contra as mulheres.

A proposta do grupo pró-fascista não foi a mesma das meninas que visava: debates, fóruns, encontros regionais e possuia afixado, já no topo do grupo, uma mensagem da moderação contra o discurso de ódio.

Pra variar, o grupo dos masculino pró-Bolsonaro já começa com violência instruindo os membros como denunciar e hackear o grupo feminino.

Esse triste fato antidemocrático é só mais um, que desnuda mais uma vez, a sombria face do autoritarismo machista e retrógrado que se esconde por trás de narrativas de "cidadãos do bem", "defensores de Deus", da família e dos "bons costumes".

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