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Alex Solnik

Alex Solnik, jornalista, é autor de "O dia em que conheci Brilhante Ustra" (Geração Editorial)

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Haddad e França, unidos, dificilmente serão vencidos

Sem França, Haddad fica distante dos 50% de votos mais um e ainda terá de enfrentar o candidato de Bolsonaro ou o tucano no segundo turno

Haddad e França, unidos, dificilmente serão vencidos (Foto: Diogo Zacarias | Reprodução/Facebook)

Por Alex Solnik

A pesquisa Quaest/Genial de hoje mostra que Márcio França abrir mão do governo para ser candidato a senador pode não ser o melhor caminho para Haddad vencer. 

Na simulação com todos os candidatos, Haddad aparece em primeiro, com 30%, França em segundo, com 17%, Tarcísio em terceiro, com 10% e Garcia com 5% em quarto. 

Sem França, Haddad continua em primeiro, mas com sete pontos percentuais a mais: 37%. Tarcísio salta para o segundo lugar, com 12% (dois pontos percentuais a mais) e Garcia fica em terceiro, com 8% (três pontos percentuais a mais). 

Se fizerem parte da mesma chapa e conservarem suas intenções de voto, Haddad, na cabeça e França, vice, somam 47%. Ficam próximos de vitória no primeiro turno.

Sem França, Haddad fica distante dos 50% de votos mais um e ainda terá de enfrentar o candidato de Bolsonaro ou o tucano no segundo turno.

Haddad e França, unidos, dificilmente serão vencidos.    

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.