Lula Livre é grito preso na garganta do Brasil

"Os mais de 20 mil frequentadores do Mercado Central, de Belo Horizonte, no centro da Cidade, foram surpreendidos ontem por uma manifestação pela libertação do ex-presidente Lula", diz o colunista Carlos Lindenberg; "o ato em defesa de Lula chamou a atenção – e para os saudosistas fez lembrar as manifestações de rua de Belo Horizonte na década de 70 contra a ditadura pelo seu espontaneismo e grande participação"

Lula Livre é grito preso na garganta do Brasil
Lula Livre é grito preso na garganta do Brasil (Foto: Ricardo Stuckert)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Os mais de 20 mil frequentadores do Mercado Central, de Belo Horizonte, no centro da Cidade, foram surpreendidos ontem por uma manifestação pela libertação do ex-presidente Lula.

Era quase meio-dia e meio, com o Mercado lotado, e ponto de atração de 18 por cento das pessoas que visitam a capital mineira, quando o toque de um pistom chamou a atenção de todos. E do alto de uma das lojas, o pistonista entoou o "lula-la", que já entrou para a história das campanhas eleitorais. Na sequência o que se viu, para perplexidade geral, foi uma boa parte do Mercado cantando a música que se encerra com a multidão gritando a palavra de ordem " Lula Livre" por um bom tempo.

Não se viu na manifestação uma única camisa vermelha ou qualquer coisa que lembrasse o PT. Também não se sabe quem promoveu a manifestação, que pareceu espontânea, mas na verdade foi articulada por meio das redes sociais e principalmente pelo watts app.

De qualquer forma, pela participação e pelo ineditismo do acontecimento, o ato em defesa de Lula chamou a atenção – e para os saudosistas fez lembrar as manifestações de rua de Belo Horizonte na década de 70 contra a ditadura pelo seu espontaneismo e grande participação.

Inscreva-se na TV 247 e veja como foi:

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247