Manda Obama pra Cuba, fascistada

Devido à subserviência intelectual desse tipo de gente ao Grande Irmão do Norte, a fala de Obama em defesa da grandeza desta nação deve ter calado fundo nesses grupos apátridas

Seria ocioso analisar o mico que a Globo pagou em REDE MUNDIAL na última terça-feira, durante entrevista coletiva conjunta dos líderes globais – tome, Globo! – Dilma Rousseff e Barack Obama. Contudo, façamos, apenas, uma breve reflexão.

Dezenas, centenas, milhares de analistas pelo Brasil e pelo mundo abordaram o mico global. Aliás, de forma desnecessária porque a própria reportagem do Jornal Nacional permitiu, a quem tem cérebro, ver que a repórter Sandra Coutinho cometeu uma descortesia com o seu próprio país e sua primeira mandatária ao perguntar ao líder norte-americano em inglês sendo que a Globo produzia um noticiário para o Brasil.

A postura da repórter global, aliás, lembra FHC quando presidente. Ele gostava de discursar em inglês, quando estava no exterior, para mostrar aos brasileiros uma questionável fluência que teria no idioma estrangeiro, coisa que nenhum líder de nenhuma nação importante faz já que quando um chefe de Estado e/ou de governo fala publicamente no exterior deve se lembrar que está se dirigindo ao seu povo, antes de mais nada.

E o pior é que Obama mandou a colonizada global repetir a pergunta em português.

 

Dizer que o Brasil "se vê" como líder mundial e os EUA o veem como líder "regional"? Quem disse uma coisa e outra? A opinião da Globo virou a opinião do Brasil e dos EUA?

O primeiro mico da repórter da Globo, pois, foi fazer questão de mostrar que uma correspondente estrangeira em solo norte-americano sabe falar inglês. O segundo foi reduzir a importância de seu país estando justamente nos Estados Unidos, que talvez tenha o povo mais patriota do mundo, um povo que, por certo, ficou chocado ao ver um brasileiro desmerecer o Brasil.

Cumprida a desnecessidade de dizer o óbvio – em um momento em que o óbvio é um mistério para tantos –, o que sobra é que esse episódio deve ter mexido, e muito, com a opinião pública brasileira.

Nos últimos tempos, a cada vez que alguém ousa dizer que este é um grande país que está apenas passando por um momento complicado após mais de uma década de avanços e que logo estará avançando de novo, surge aquele bando de fascistas iletrados, mal informados e psicóticos mandando esse alguém "ir pra Cuba", como se valorizar a própria nação fosse um crime de lesa-pátria que devesse ser punido com o exílio.

Falar bem do Brasil, dentro do Brasil, está praticamente "proibido" por grupos fascistas que agridem física e moralmente quem ama seu país. Mas devido à subserviência intelectual desse tipo de gente ao Grande Irmão do Norte, a fala de Obama em defesa da grandeza desta nação deve ter calado fundo nesses grupos apátridas.

O que deve doer mais nessa gentinha é que não dá nem para mandar o presidente dos Estados Unidos da América ir para Cuba. Tal imperativo seria ridículo até na boca dessa "fascistada" que infelicita o Brasil.

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