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Eduardo Guimarães

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Matem o ditador

Retrato de um tirano cruel, vaidoso e violento, marcado por racismo, guerras e perseguições, que governa pelo medo e pelo sangue

Restos de um carro após um ataque conjunto de Israel e dos EUA a um prédio em Teerã, Irã, em 28 de fevereiro de 2026. (Foto: Amir Kholousi/ISNA/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS)

Ele não aceita críticas ou discordâncias. Pune quem ousar criticá-lo ou discordar de si com a prisão ou a morte.

Persegue etnias, é racista, impõe torturas aos seus alvos diante de um mundo estarrecido. Confina-os em masmorras, privados até de comida.

É expansionista, gosta da guerra, gosta de oprimir povos sobre os quais lança anátemas. Se “preciso”, mata crianças.

É vaidoso, ridiculamente vaidoso. Vive exaltando a própria aparência sob os aplausos dos eunucos que o rodeiam.

É estúpido. Suas estratégias econômicas, geopolíticas e militares são um desastre.

É insensível. Não teme oprimir, humilhar, torturar ou matar até uma criança em nome de seus "valores

É traiçoeiro. Usa os que chama de “amigos” enquanto são úteis e os descarta sumariamente quando já não lhe têm serventia.

A própria mãe o odiava. 

 Odeia a ciência, mas ama a tecnologia. Como eu disse, é burro. 

 Já que está na moda matar ditadores, poderiam livrar o mundo desse flagelo. Antes que seja tarde.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.