Mesóclise do dia: impichar-me-ão?!

Agora viu-se que mesmo falando "difícil" ou "bonito", como gostam os jornalões, o governo ilegítimo enfia a mão na jaca, isto é, na coisa pública para tirar proveito próprio. Que o diga o caso Geddel...

Agora viu-se que mesmo falando "difícil" ou "bonito", como gostam os jornalões, o governo ilegítimo enfia a mão na jaca, isto é, na coisa pública para tirar proveito próprio. Que o diga o caso Geddel...
Agora viu-se que mesmo falando "difícil" ou "bonito", como gostam os jornalões, o governo ilegítimo enfia a mão na jaca, isto é, na coisa pública para tirar proveito próprio. Que o diga o caso Geddel... (Foto: Esmael Morais)

Não é segredo para ninguém que o ilegítimo Michel Temer (PMDB) deu o golpe de Estado embalado em mesóclises e ênclises, maneiras ultraformais de se falar português.

A velha mídia — sempre ela — chegou a dar vivas ao novo estilo rebuscado de Temer, em contraposição à informalidade de Lula e Dilma no governo.

Agora viu-se que mesmo falando "difícil" ou "bonito", como gostam os jornalões, o governo ilegítimo enfia a mão na jaca, isto é, na coisa pública para tirar proveito próprio. Que o diga o caso Geddel...

Mesóclises são colocações pronominais no meio dos verbos, como "falar-lhe-ei" ou "vê-lo-ei". Elas são empregadas nos futuros do presente e do pretérito, mas não são usadas com muita frequência.

Já a ênclise do verbo utiliza-se no infinitivo, como "recebê-lo" ou "entregar-lhe".

A imagem é do Mídia Ninja.

Conheça a TV 247

Mais de Blog

Ao vivo na TV 247 Youtube 247