Muito além do espírito olímpico

Sou carioca, vivo dia a dia a relação do Rio de Janeiro com os esportes e como esta cidade está se transformando para os jogos do ano que vem. Respiro esse ar olímpico a cada segundo

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Praticar um esporte, torcer por um time, ter um ídolo esportivo.

Fui assim, não fugi à regra. Mas diferente da maioria, eu não fiquei fascinado somente por futebol, ou por uma modalidade especifica.

Me tornei um vidrado por tudo quanto é esporte, do vôlei à natação, do tênis ao atletismo. Isso sem falar no basquete.

Desde moleque frequentei o Maracanã e também os jogos de quadra no Maracanãzinho ou no Tijuca, no Parque Julio de La Mare de piscinas, na pista de Atletismo Célio de Barros, os eventos na praia de Copacabana, como beach soccer, travessias no mar, o parque de remo na Lagoa, as competições de vela na Baía de Guanabara, enfim, respirei competições pela cidade do Rio de Janeiro onde cresci.

Sou carioca, vivo dia a dia a relação do Rio de Janeiro com os esportes e como esta cidade está se transformando para os jogos do ano que vem.

Respiro esse ar olímpico a cada segundo.

Depois da Copa do ano passado, o Rio virou a capital esportiva do Brasil e ano que vem será a capital mundial.

A partir de hoje inicio minha coluna esportiva, um futuro blog, no Brasil 247, para compartilhar com os leitores um pouco desse ar impregnado de esportes, competições e suor que respiro desde pequeno. Quero falar do Flamengo, Corinthias, Palmeiras, Cruzeiro, quero falar de tudo e todos do mundo do esporte, aqui no Brasil e lá fora.

Não esqueço de NBA, Copa Davis, Troféu Maria Lenk, Liga Mundial de Vôlei e principalmente a preparação para o Rio 2016.

Como repórter esportivo há alguns anos, cobri as Olimpíadas de Londres em 2012, Copa do Mundo 2014 e vários outros campeonatos.

Por isso me sinto em casa no Brasil 247 pra falar do que gosto e acompanho - Esporte. Seja na esquerda, na direita, no centro, na defesa ou no ataque, contra ou a favor. Qualquer posição tá valendo por aqui. Inclusive sobre a política no esporte.

Afinal de contas, é preciso jogar nas 11. Então eu amarro a minha chuteira e me preparo pra entrar em campo e soltar o verbo nesse blog.

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