Na política, o outro tem sempre algo a ensinar

Não devemos enxergar as pessoas que pensam diferente como inimigos, a ponto de desejar sua destruição sumária, uma vez que o outro tem sempre algo a ensinar. E precisamos aprender

Existe uma máxima que diz: "os ignorantes, que acham que sabem tudo, privam-se de um dos maiores prazeres da vida: aprender". Pois bem, é observando e ouvindo que se aprende na vida, e, principalmente, na política.

Isto dito, se faz necessário uma percepção real do momento político pelo qual passamos,  ou seja, a pauta dos costumes perdeu algum espaço quando a fome, o desemprego e a desesperança são a ordem do dia, infelizmente. E por quais motivos? Os erros de Lula, um deles indicar Dilma, os erros deflagrados em casos de corrupção nos governos do PT e a falta de um projeto de industrialização, que tornasse a população independente dos projetos sociais contribuiram para a realidade. Isso, não desmerece os avanços educacionais (Lula),  assim como da estabilidade econômica, em FHC, por exemplo. 

Mas, acho que não só eu, mas o Brasil não convive bem com a polarização, com a chantagem e com medo. Na verdade, assim como a maioria dos brasileiros, eu não sou um cara de gritarias, ou melhor, de falar alto, muito pelo contrário. Por isso, nós não devemos enxergar as pessoas que pensam diferente como inimigos, a ponto de desejar sua destruição sumária, uma vez que o outro tem sempre algo a ensinar. E precisamos aprender.

Portanto, o governo federal não pode ver na crítica um ataque à democracia, a ponto de viver nessa loucura sectária que só vai levar o país ao caos, uma vez que a fome, o desemprego e insegurança são o nosso cotidiano. 

Logo, e o que devemos fazer? Antes de qualquer coisa, dialogar, ouvir, debater e aprender com o outro. E quem é o outro? A sociedade que sofre essas pautas cruéis do momento, mas os que pensam diferente de nós. Porém, sem violar o seu direito, seja ele qual for.

Então, que a sociedade, as casas legislativas, os poderes executivos e os veículos de informações tenham a perspicácia de conceber que a solução está no outro, esta nas mãos estendidas, e esta, sobretudo, no olhar social.

Para tanto, vamos em busca da política de conciliação, aproximação e valorização do debate equilibrado, pois somente assim encontraremos saídas, soluções e por que não vitórias.

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