Não acharam elo criminoso entre Dilma e Santana

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(Foto: Alex Solnik)


A submissão de um setor da imprensa à Lava Jato é de envergonhar os mais notórios bajuladores.

Tudo o que vem da "força tarefa", de Sergio Moro e de Curitiba, a capital moral do país, é tido por verdade absoluta, irrefutável e pétrea. É um dogma.

Se Moro mandou prender João Santana, para essa imprensa, e para os que deixam se influenciar por ela, é porque Santana é bandido, inescrupuloso, aproveitador, oportunista, mentiroso, corrupto, como, aliás, todos os demais que conheceram o Torquemada de Curitiba.

Tal como acontece em algumas redações de badaladas revistas semanais, onde editores entregam ao repórter uma frase entre aspas e dizem "vá e encontre alguém para dizer isso", parece que na Lava Jato há uma tese pronta à espera de um preso para confirmá-la.

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A tese da Lava Jato era: o marqueteiro da Dilma recebeu dinheiro de propina da Petrobrás e, portanto, entrou dinheiro sujo na campanha e, portanto, Dilma deve ser cassada.

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Cinco dias se passaram desde a sua prisão. O máximo em matéria de manchetes que a imprensa conivente com a Lava Jato conseguiu dar foi "Santana recebeu X milhões no exterior", "Santana recebeu dinheiro sujo", "Mulher de marqueteiro admite caixa 2".

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Cinco dias de interrogatório e "investigação" e nem a revista que a cada fim de semana anuncia o fim do Brasil conseguiu dar a manchete tão sonhada: "Santana recebeu dinheiro de propina da Petrobrás pela campanha da Dilma".

Mas nem tudo está perdido. Apesar das evidências de que a prisão foi prorrogada porque a "força tarefa" não conseguiu provar o que pretendia, os jornais dizem que o motivo da prorrogação foi o oposto: foi por terem encontrado evidências.

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Francamente.

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