Não reeleger golpistas: sejamos implacáveis

O voto é obrigatório, principalmente nos países mais atrasados do mundo, como o Brasil, pois ele (o voto) é tão somente um meio utilizado por uma imensa maioria de políticos corruptos como instrumento de manter e perpetuar o seu gozo pelo poder, em detrimento absoluto das necessidades materiais e mentais do povo

O voto é obrigatório, principalmente nos países mais atrasados do mundo, como o Brasil, pois ele (o voto) é tão somente um meio utilizado por uma imensa maioria de políticos corruptos como instrumento de manter e perpetuar o seu gozo pelo poder, em detrimento absoluto das necessidades materiais e mentais do povo
O voto é obrigatório, principalmente nos países mais atrasados do mundo, como o Brasil, pois ele (o voto) é tão somente um meio utilizado por uma imensa maioria de políticos corruptos como instrumento de manter e perpetuar o seu gozo pelo poder, em detrimento absoluto das necessidades materiais e mentais do povo (Foto: Cássio Vilela Prado)

Infelizmente ainda não encontramos um modo de funcionamento político-administrativo que de fato e de direito coloque o Poder nas mãos do povo.

Dizer que a Democracia (“o Poder emana do povo”) é a melhor forma de governo é uma grande falácia, uma mentira bem contada.

Nunca o povo teve o Poder em suas mãos. O voto popular que poderia ser uma ‘arma’ a serviço da população tornou-se em o maior instrumento de sua própria destruição, pois foi subvertido em seus fins por meios escusos utilizados pelos políticos ditos “representantes do povo”. Se voto prestasse, não seria obrigatório.

O voto é obrigatório, principalmente nos países mais atrasados do mundo, como o Brasil, pois ele (o voto) é tão somente um meio utilizado por uma imensa maioria de políticos corruptos como instrumento de manter e perpetuar o seu gozo pelo poder, em detrimento absoluto das necessidades materiais e mentais do povo.

Outro fator asqueroso do voto popular é o seu viés egóico interesseiro (voto como moeda de troca): cargos comissionados, contratos de trabalho, chefias, desvios de função… Geralmente os cargos administrativos mais relevantes são infectados pela impureza moral advinda do ‘voto moeda’. Não se verifica, raras as exceções, a condição moral e a capacidade técnica desses sujeitos, mas a sua imoralidade comercial monetária do “voto moeda eleitoral”.

Contudo, os conluios entre representantes políticos e sua claque imorais não podem se sustentar por muito tempo, quase sempre entram em colapso e derrubam ética e popularmente os representantes políticos, haja vista também a inexistência (recursos escassos) de benesses para todos os asseclas. Entre os ratos, há os ratos mais famintos.

Não obstante, a história sempre se repete no próximo pleito, o “voto moeda eleitoral” mantém a força dos políticos que pleiteiam o Poder (nunca à toa), principalmente se estes detém mais poderio financeiro e retórico manipulativo.

Muito bem! Já é do conhecimento de todo o mundo – inclusive nas principais academias de Ensino do Brasil (de acesso restrito ao grande público) – que a Democracia brasileira foi vítima de um abissal golpe parlamentar/jurídico/midiático com consequências nefastas para o povo.

Diante disso e da insuportável e insuperável Democracia Representativa brasileira, lembremos que em breve veremos outro circo das eleições (“festa da democracia” – permitam-me vomitar) 2018, na qual serão eleitos os “nossos novos representantes” e, lamentavelmente, assistiremos à reeleição dos mesmos “bandidos” que golpearam a Democracia brasileira, entregando as nossas principais riquezas ao capital internacional a um preço miserável, destruíram a saúde pública, a educação, a assistência social, a cultura… Dizimaram os direitos trabalhistas, etc. E, com toda a certeza, votarão pós-eleição 2018 na degradável reforma da previdência de Temer e Meirelles de Wall Street (USA).

Se o destino do principal oponente desses ‘representantes políticos do capital’, o ex-presidente Lula, já com um pé dentro da prisão – estratégia de Washington executada pelo lesa-pátria do tribunal de exceção de Curitiba, endossado pelos decrépitos imbecis verde-amarelos e pela nossa Suprema Corte “acovardada” ( portanto cúmplice Yankee) – o que nos resta fazer no campo das representações?

No mínimo, impedir a reeleição de TODOS esses golpistas: deputados, senadores, governadores e presidente. Devemos ser implacáveis.

A farsa da Democracia Representativa não nos dá, no momento, outra alternativa, pois o ideal revolucionário não passa pelo campo das representações.

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