Negócios da China

O país quebrado, sem saída, que já tinha ido desta pra outra, chegado ao fim, fechou com a China acordos comerciais que somam uma bagatela de R$ 53 bilhões de dólares

Que abram os olhos os oposicionistas de plantão, aqueles corvos do hay gobierno, soy contra, que esbravejam sua imbecilidade babando nas ruas, redes sociais e mídia tendenciosa, porque o país quebrado, sem saída, que já tinha ido desta pra outra, chegado ao fim, fechou com a China acordos comerciais que somam uma bagatela de R$ 53 bilhões de dólares.

Entre os acordos está o de financiamento da linha ferroviária que irá da costa brasileira no oceano Atlântico até a costa peruana no Pacífico, a fim de reduzir os custos de exportações para a China. O fundo também financiará um empreendimento conjunto para produzir aço no Brasil. De quebra, o acordo entre a chinesa Cexim e a Petrobras, no valor de US$ 2 bilhões, para financiamento de projetos na petroleira, que também assinou acordo com o Banco de Desenvolvimento da China (CDB), no valor de US$ 5 bilhões, também para financiamento de projetos.

É pouco, ou querem mais? Pois bem, a mineradora Vale também assinou acordo de cooperação financeira global com o ICBC, para oferta de serviços financeiros no valor de US$ 4 bilhões e um trato para financiamento da compra de 10 navios de minério de ferro de tonelagem de 400 mil toneladas, com o Grupo China Merchants e a Cexim.

Conforme o noticiário nacional (alguns meio a contragosto), a Vale ainda assinou acordo para aquisição de quatro navios da classe carregadores de minério de grande porte, com a chinesa Cosco. Resumindo, os acordos de cooperação do Brasil com a China envolvem grandes empresas brasileiras, como Petrobras, Vale e Embraer.

No caso da estatal petroleira, foram firmados dois acordos para financiamento de projetos somando 7 bilhões de dólares. O maior deles, no valor de 5 bilhões de dólares, é com o Banco de Desenvolvimento da China. Já a Vale fechou a venda de quatro navios Valemax, para transporte de minério de ferro, à China Merchantz Energy Shipping. A mineradora brasileira também ampliou um acordo de cooperação financeira de 4 bilhões de dólares com a China.

E a Embraer por sua vez, formalizou um contrato já conhecido para vender 22 aviões regionais a uma companhia aérea chinesa, em um negócio de 1,1 bilhão de dólares a preços de tabela, havendo a previsão de que o acordo seja ampliado adiante para incluir outras 18 aeronaves da fabricante brasileira.

Entre estas e outras, as duas potências (sim, porque queira a grande mídia ou não, o reino tupiniquim é também uma potência), assinaram na terça-feira acordos que superam os 53 bilhões de dólares para investimentos e contratos de cooperação financeira, assegurando um fluxo de capital importante para a economia brasileira no momento em que busca se recuperar.

Enquanto a oposição fazia replay de panelaços em horário nobre da TV, os realistas otimistas que desligaram seus televisores nos 15 minutos da balburdia derrotista navegava em sites independentes e imparciais, se atualizando das conquistas do governo na parceria bilionária com os mongóis.

Estávamos entre esta casta que foge do pessimismo, dos pejorativos, sem paixão ou ódio, por este ou aquele partido, mas confiante nas mãos, que mesmo calejadas pela palmatória covarde, semeia o bem, mesmo porque enquanto os cães ladram, a caravana passa.

Entendemos que a derrota sempre é amarga, que felizmente a decisão democrática das urnas é soberana e irrecursável, que os escândalos são muitos e envolvem dezenas de partidos políticos, que os corruptos devam ser presos e ressarcir o erário, nada contra.

Mas entendemos e defendemos igualmente que os partidos se fundem, candidatos vêm e vão, hoje se ganha, amanhã se perde, porém, a nação, esta é eterna e não pode nem deve ficar a reboque de interesseiros e vencer sempre. Por isso, respeitamos os poderes, jamais, os poderosos.

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