O desrespeito aos professores do estado do RJ prossegue com mais um ‘xeque ao rei’

O Sindicato dos Professores parece se indignar com o conluio entre os tradicionais Jornais de Cativeiro e a politicagem que só pensa em voto e vida mansa

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Jornal Extra fez matéria sobre o anúncio de reajuste salarial feito pelo governador do estado RJ. O Jornal repercute a opinião da coordenadora-geral do Sepe, Izabel Costa. Que declarou recentemente: "Claro que a categoria recebe com alívio a notícia de que vai ter parte da sua perda salarial recomposta, mas continua indignada porque não será pago todo o período de perda (de 2014 para cá). Esse anúncio foi feito de forma eleitoreira. Falam como se fosse uma grande política, mas o Estado nos deve muito mais do que está dizendo que vai recompor".

O Sindicato dos Professores parece se indignar com o conluio entre os tradicionais Jornais de Cativeiro e a politicagem que só pensa em voto e vida mansa.

Muito sombria a vida do professor do Estado do Rio de Janeiro, que está vendo seus direitos descerem ladeira abaixo. A categoria parece moribunda. São gerações de políticos mantenedores de anacrônica disparidade salarial, que transformou o Ensino público em uma bolha decomposta. Como não podem "atirar" em cada mestre, colocam o indivíduo no "corredor da morte", com políticas que diluem o ato nobre de ensinar: com baixos salários e projetinhos que jogam “pobre” contra “pobre”... observem o trecho a seguir: “Começa nesta quarta-feira, às 18h, o cadastro de mulheres de baixa renda e assistentes sociais no projeto M.A.E - Mulheres Apoiando a Educação. O programa é da Secretaria de Estado de Educação e prevê aumentar a frequência e evitar a evasão escolar causada pela pandemia. O edital quer contratar mais de 9 mil mães e mais de 1 mil assistentes sociais, que estarão presentes em 1.230 escolas.As mulheres contratadas vão atuar no resgate dos estudantes, o que não vai diminuir a importância do papel de professores e outros profissionais. Elas trabalharão dando suporte à equipe pedagógica e social, atuando como “embaixadoras” da escola na comunidade. A carga semanal é de 30 horas, com 6 horas por mês de avaliação e treinamento, com uma bolsa mensal de R $1.000 durante um ano. Os assistentes sociais serão uma peça essencial para o desenvolvimento do programa. Os profissionais vão auxiliar os estudantes e suas famílias especialmente nos aspectos socioeconômicos, cuidando do bem-estar dos alunos da rede estadual.

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A questão chave do projeto é mostrar a importância da família no aprendizado dos jovens. Segundo o governador Cláudio Castro, a retomada das atividades presenciais das escolas depois de quase dois anos de pandemia, precisa ser feita com cautela e atenção. "O impacto da pandemia para toda a rede de ensino do estado foi muito grande, mas afetou principalmente os estudantes. Agora, é hora de garantir todo o suporte necessário para que eles tenham todas as condições de frequentar as aulas com tranquilidade", reforçou.”

Novo movimento de “xeque ao rei” vindo do governo opressor; que mantém o funcionário distante de melhorias, para remunerar outras pessoas (não que elas não mereçam) - na função de capatazes sistemáticos e garantidores do status quo empresarial – articulador de uma eterna e desigual luta de classes.

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#LULAEAIGUALDADENAPRESIDÊNCIA

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