O falso conto da história pacata de nosso País

Da "república monárquica" de Moro em Curitiba até a possibilidade de uma guerra civil, se o mesmo triscar o seu dedinho real no plebeu Lula

Da "república monárquica" de Moro em Curitiba até a possibilidade de uma guerra civil, se o mesmo triscar o seu dedinho real no plebeu Lula
Da "república monárquica" de Moro em Curitiba até a possibilidade de uma guerra civil, se o mesmo triscar o seu dedinho real no plebeu Lula (Foto: Pedro Del Castro)

Não existe nada de novo se formos falar sobre na questão dos mandos e desmandos do pseudo-imperador e juiz, Sergio Moro. Ele ancorado em sua quase segunda dezena de etapas de um mesmo processo, no ímpeto de cruzar a marca do inacreditável e incrível, mas patético e degenerado número de centena, não só visando o Guinnes Book, mas também, a insurreição do playboy de casta nobre Aécio Neves, ou dos aliados da coroa, o também de casta nobre na cota da Opus Dei, Geraldo Alckmin. 

Também não existe nada de novo, no que se diz respeito a relação promiscua entre os juízes, a coroa e o setor inquisitório da igreja. É só vermos a literatura medieval. Por outro lado, em resposta a isso, talvez a semi "Queda da Bastilha" não efetuada pelos trabalhadores do campo e da cidade no Brasil antes de chegar ao governo, se avizinhe. 

Afirmo isso, não porque os trabalhadores vão colocar esse poderoso clero na guilhotina, até porque, diferentemente deles, as pessoas de bem nesse país estão no século XXI e transpiram generosidade, diferente desses, que se auto-avalia como cavaleiros templários. Mas sim, porque no momentos que eles e suas mentiras tentarem botar o dedo em Lula, o povo que enxergou no pobre plebeu retirante nordestino, operário no grande centro dos déspotas esclarecidos, um projeto de nação, o caldo irá entornar. Luiz Inácio da Silva (Lula), é a reprodução mais bonita dos anseios dos pobres e explorados. É a representação mais genuína da superação das mazelas nos feudos que os trabalhadores viviam. 

Parte das grandes literaturas, desde os tempos bíblicos, se destinaram em registrar a jornada desses heróis populares. No mesmo sentido, se avaliarmos bem, principalmente nas literaturas que se destinam a fazer um balanço da derrocada dos impérios, repararemos que a grande maioria, caiu por sua empáfia e esquizofrenia no sentido de se acharem os enviados de Deus, onde tudo podiam e nada teriam como consequência. 

Ai, ai, viu! Infelizes são aqueles que se iludem, achando que iludem a vida! Pois como bem dizia o poetinha: A vida é pra valer! 

Tomará que eles lembrem de Palmares, Tiradentes, Lampião, Prestes, Zé Porfírio, Apolônio de Carvalho, Gregório Bezerra, Julião e outros, lembrem também dos acontecidos em Emboabas, Cabanagem, Farroupilha, Canudos, Contestado, Balaida, Trombas e Formoso, entre tantas outras. Mas acima de tudo, lembrem da geração de jovens que foi capaz de se levantar contra uma Ditadura Militar, de religiosos que são verdadeiramente cristãos e de um operário, que foi a principal figura pública por 10 anos na construção da 4° maior central sindical do mundo, que é a principal figura pública do maior partido de esquerda da história da américa latina, que é uma das principais figuras publicas de todo o planeta, mas que acima de tudo, é a cara do Brasil, de um Brasil que não usa coroa de ouro e esta nos grandes salões tomando vinho em taça de ouro, mas sim, de um Brasil que encarnado nele, aprendeu que é capaz de escrever a sua própria história, custe o que custar. Quem viver verá!

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