O fim das diferenças

As comemorações do Dia Internacional da Mulher - oficializado em 1977 –, não encerra a luta para fazermos valer seus direitos em relação aos homens. Esse desafio é permanente

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Como parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher, o Senado Federal premiou esta semana cinco documentários sobre a Lei Maria da Penha e também a formalização da adesão à Campanha Compromisso e Atitude – Lei Maria da Penha – A Lei é mais Forte.
As cinco produções agraciadas - cada uma de uma região do país - ensejam várias reflexões e atitudes que podemos fazer e tomar a favor da condição feminina.

A produção da Região Norte ("Minhas atitudes coíbem a violência contra a mulher?") é um chamado às nossas responsabilidades de companheiros, pais de famílias, cidadãos e parlamentares. Da Região Nordeste ("Mulheres Reajam") é um incentivo a tomada de atitudes frente à opressão e aos maus tratos sofridos por tantas brasileiras.

Da Região Centro-Oeste ("Poderia ser você") é um alerta para o problema da violência doméstica que pode atingir grande parte da nossa população. Da Região Sudeste ("Anistia") nos leva a nos indignar com os vários tipos de violência contra as mulheres, que não é somente física, como muitos pensam.

E da Região Sudeste ("Isso Me Pertence") é um chamado para que as mulheres tomem posse de suas capacidades para que juntos façamos um país melhor para todos.

As comemorações do Dia Internacional da Mulher - oficializado em 1977 –, não encerra a luta para fazermos valer seus direitos em relação aos homens. Esse desafio é permanente.

Muitos são os entraves que ainda devemos vencer, e muitas deverão ser as conquistas para que todos nós tenhamos uma sociedade mais fraterna, mais igualitária e que valoriza as pessoas pela força do caráter e capacidades intrínsecas, sem distinção de sexo, raça, religião e preferências outras, quaisquer que sejam.

A baixa representação política das mulheres brasileiras está na contramão do protagonismo feminino, apesar do nível de escolaridade maior do que dos homens e terem, em média, mais 11 anos de estudo que nós. Isso sem nos esquecermos da indefensável diferença salarial entre mulheres e homens que ocupam o mesmo cargo.

Esse é o atual panorama com o qual não podemos concordar. E para que as mudanças ocorram com a maior celeridade possível o Senado tem se esforçado e contribuído em várias frentes e irá continuar este trabalho até que a igualdade deixe de ser retórica.

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