O fogo amigo tem dado visibilidade à Globo

A resposta da atriz Marieta Severo ao execrável Faustão foi um grito de liberdade da informação, tão aprisionada pela criminosa parcialidade de nossa imprensa

A resposta da atriz Marieta Severo ao execrável Faustão foi um grito de liberdade da informação, tão aprisionada pela criminosa parcialidade de nossa imprensa
A resposta da atriz Marieta Severo ao execrável Faustão foi um grito de liberdade da informação, tão aprisionada pela criminosa parcialidade de nossa imprensa (Foto: Rubens José da Silva)

Quando um leve sopro de sensatez vem, inadvertidamente, da própria grande mídia e rompe seu script golpista o efeito é devastador.

Agora foi com a atriz global Marieta Severo. Sua resposta ao execrável Faustão foi um grito de liberdade da informação, tão aprisionada pela criminosa parcialidade de nossa imprensa.

A repercussão da lucidez, coragem e classe das poucas palavras ditas sobre o país foi um tapa na cara em toda essa histeria fascista promovida pela mídia.

Quando Faustão, depois da tradicional rasgação de seda, começa sua pregação vira-lata, Marieta imediatamente o olha e franze a testa, como que dizendo: não vou bater panela.

Num breve discurso otimista, sem desconsiderar o difícil momento que passamos, ela enaltece os avanços do país nos últimos anos e enfatiza a verdadeira tragédia nacional: a desigualdade social.

Num momento em que o termo inclusão social é banido da classe média, em que o reacionário se torna politicamente correto e da total caretice da nossa classe artística, as palavras de Marieta devolvem esperança e bom senso a muitos que estão contaminados pela mídia.

Engraçado que o fato político mais comentado na web não foi explorado pelos veículos tradicionais. Esse é o nosso jornalismo.

Faustão, além de ser um dos principais expoentes da mediocridade e mau-caratismo da grande mídia, tem se notabilizado em levar corretivos ao vivo.

Um pouco antes da Copa do Mundo, o jornalista esportivo Tino Marcos, também com muita classe e sabedoria, rebateu o apresentador.

Cumprindo à risca o roteiro que lhe foi imposto, de desqualificar a Copa, Faustão fica desconcertado ao ver Tino Marcos dar uma aula sobre política e realçar a importância do futebol para o povo brasileiro.

Somados à repercussão da entrevista da presidente Dilma a Jô Soares e à repreensão do presidente americano Barak Obama à jornalista da Globonews, que desconsiderou o Brasil como um líder mundial, só mesmo o fogo amigo para dar credibilidade ao que a Globo diz.

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