O nazismo e a CBF – Covardes Brasileiros de Futebol

“Se um nazista se senta à mesa com 10 pessoas e ninguém se levanta, então há 11 nazistas.” O ditado alemão traz uma triste e infeliz coincidência com a omissão dos jogadores da Seleção Brasileira de futebol na já assim chamada Cova América. São 11 em campo no jogo da morte

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Por Washington Luiz de Araújo, jornalista, Bem Blogado

“Se um nazista se senta à mesa com 10 pessoas e ninguém se levanta, então há 11 nazistas.” O ditado alemão, que visa purgar a tragédia perpetrada por Hitler e seus seguidores, traz uma triste e infeliz coincidência com a omissão dos jogadores da Seleção Brasileira de futebol na já assim chamada Cova América. São 11 em campo no jogo da morte.

Sabemos que são muitos mais que 11, somando-se reservas, demais comissão técnica, dirigentes da CBF, patrocinadores…. Todos cúmplices do genocídio, do genocida. Mas fiquemos com aqueles que são os responsáveis pelo chamado espetáculo, aqueles que pisam em campo.

Estes estão escrevendo seus nomes no campeonato do genocídio que já matou quase 500 mil pessoas. São covardes, como bem o disse o ex-jogador e hoje comentarista esportivo Walter Casagrande.

Covardes que um dia terão que olhar nos olhos dos filhos e responderem os motivos que os levaram a jogar neste torneio macabro.

Covardes que, hipocritamente, farão um minuto de silêncio pelo quase meio milhão de mortos, pelos mais de dois milhões de familiares, pelos mais de 200 milhões de brasileiros que estrão à mercê do genocídio.

Atribuída ao treinador Gentil Cardoso, a máxima “quem se desloca recebe, quem pede tem preferência” pode ser utilizada na chamada Cova América, mas de forma canhestra.

Estão se deslocando em direção às milhares de covas, mas darão um drible com o corpo e farão que o povo nelas caia. Tiveram a preferência em serem, realmente heróis, não de acordo com o pensamento de Galvão Bueno, mas na prática, e preferiram a covardia.

São covardes que seriam heróis  se tivessem se negado a adentrar a arena da morte na qual  transformaram o Brasil.

São covardes por só pensarem neles, no poder da fama, da grana.

Deram as costas para os mais de 10 estádios lotados que hoje estão mortos. Muitos dos quase 500 mil mortos eram torcedores, fãs destes que hoje contribuem, abrindo covas e jogando aqueles que um dia os aplaudiram.

Sim, se 10 pessoas estão numa mesa, chega um nazista, senta-se e ninguém se levanta, temos 11 nazistas. Que o povo brasileiro dê as costas para esta Cova América, que repudie com o boicote  estes covardes que dão bola para o jogo da morte.

Que levemos a sério este ditado alemão, para que um dia olharmos para nossos filhos nos olhos e declararmos que não fomos covardes como o foram os craques de uma seleção macabra, da seleção da CBF – Covardes Brasileiros de Futebol.

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