O que a Argentina e o Uruguai têm a ver com o Brasil de hoje

O governo de Mauricio Macri que nas eleições de 2015 foi abraçado pela classe média, tem sido noticia em quase todo o mundo, com exceção do Brasil, que em vésperas de eleição, oferece no cardápio de candidatos uma direita e uma extrema direita que não escondem os seus desejos de serventia ao neoliberalismo

O que a Argentina e o Uruguai têm a ver com o Brasil de hoje
O que a Argentina e o Uruguai têm a ver com o Brasil de hoje (Foto: Ricardo Mazalan)

Em vésperas de eleição presidencial, os mentores do golpe tentam sustentar seu plano sombrio neoliberal, cuja pretensão é continuar massacrando o país.

A mídia que apoiou o golpe de 2016 no impeachment da presidente eleita pelo voto, Dilma Rousseff, vem se desdobrando para dar continuidade ao desmonte e entrega do país ao capital estrangeiro.

Sem esconder preferências, o seu jornalismo que deveria ter a função de pluralizar os acontecimentos de forma imparcial e não se omitir em levar os fatos ao telespectador, ignora acontecimentos relevantes, que se levados a publico fariam um grande serviço de utilidade pública, o que salvaria nosso país de uma catástrofe econômica e social.

Sempre exaltando a Venezuela e sua crise econômica, a vertente jornalística manipuladora de mentes parece ter esquecido de nosso vizinho e grande rival nas quatro linhas futebolísticas.

Para quem lembrou da terra do tango, acertou em cheio!

A Argentina, vem passando por uma de suas maiores crises econômicas, com a desvalorização do peso e a crescente dos preços que sobem quase que diariamente.

A crise econômica tem colocado o país numa situação de calamidade:

Altas cargas horárias de trabalho (horas extras) desemprego, juros e saques a supermercados têm assumido papel protagonista no cenário argentino.

Mas aí, você pode estar se perguntando:

- O que isso tem a ver com o Brasil? Qual a relação?

A Argentina está sob um governo centro direito que vem adotando uma política de austeridade.

O governo de Mauricio Macri que nas eleições de 2015 foi abraçado pela classe média, tem sido noticia em quase todo o mundo, com exceção do Brasil, que em vésperas de eleição, oferece no cardápio de candidatos uma direita e uma extrema direita que não escondem os seus desejos de serventia ao neoliberalismo, mas que encontra uma forte resistência da esquerda que por mais de 1 década alavancou o país.

Para não ser injusto, sobre a Argentina, a notícia que corre nos tablóides escritos ou nos telejornais é sobre as denuncias contra a ex-presidente Cristina Kirchner.

A receita neoliberal não rendeu o paladar esperado pelos Argentinos e sua classe média que hoje mergulha para o centro do abismo.

Essa receita, todos sabemos, azeda qualquer prato.

Por outro lado, encontramos um outro vizinho que também não vem ganhando os holofotes da imprensa brasileira:

O Uruguai, que apesar de estar na contra-mão da crise Argentina, para a mídia, seu sucesso econômico não merece destaque.

Como explicar isso?

Ora! O Uruguai está desde 2005 sob um governo de esquerda.

A estabilidade econômica do país gerou uma blindagem aos efeitos das crises econômicas de seus vizinhos.

Ao que tudo indica a mídia servente o neoliberalismo ignora o fracasso do modelo de sistema apoiado e vendido aos hermanos na mesma proporção que desconsidera o acelerado e duradouro avanço uruguaio.

O colonialismo norte americano vem encontrando abaixo da linha do Equador um canteiro de riquezas com fontes de exploração.

O que a Argentina e o Uruguai têm a ver com o Brasil de hoje

 

Em vésperas de eleição presidencial, os mentores do golpe tentam sustentar seu plano sombrio neoliberal, cuja pretensão é continuar massacrando o país.

 

A mídia que apoiou o golpe de 2016 no impeachment da presidente eleita pelo voto, Dilma Rousseff, vem se desdobrando para dar continuidade ao desmonte e entrega do país ao capital estrangeiro.

 

Sem esconder preferências, o seu jornalismo que deveria ter a função de pluralizar os acontecimentos de forma imparcial e não se omitir em levar os fatos ao telespectador, ignora acontecimentos relevantes, que se levados a publico fariam um grande serviço de utilidade pública, o que  salvaria nosso país de uma catástrofe econômica e social.

 

Sempre exaltando a Venezuela e sua crise econômica, a vertente jornalística manipuladora de mentes parece ter esquecido de nosso vizinho e grande rival nas quatro linhas futebolísticas.

 

Para quem lembrou da terra do tango, acertou em cheio!

 

A Argentina, vem passando por uma de suas maiores crises econômicas, com a desvalorização do peso e a crescente dos preços que sobem quase que diariamente.

 

A crise econômica tem colocado o país numa situação de calamidade:

 

Altas cargas horárias de trabalho (horas extras) desemprego, juros e saques a supermercados têm  assumido papel protagonista no cenário argentino.

 

Mas aí, você pode estar se perguntando:

 

- O que isso tem a ver com o Brasil? Qual a relação?

 

A Argentina está sob um governo centro direito que vem adotando uma política de austeridade.

 

O governo de Mauricio Macri que nas eleições de 2015 foi abraçado pela classe média, tem sido noticia em quase todo o mundo, com exceção do Brasil, que em vésperas de eleição, oferece no cardápio de candidatos uma direita e uma extrema direita que não escondem os seus desejos de serventia ao neoliberalismo, mas que encontra uma forte resistência da esquerda que por mais de 1 década alavancou  o país.

 

Para não ser injusto, sobre a Argentina, a notícia que corre nos tablóides escritos ou nos telejornais é sobre as denuncias contra a ex-presidente Cristina Kirchner.

 

A receita neoliberal não rendeu o paladar esperado pelos Argentinos e sua classe média que hoje mergulha para o centro do abismo.

 

Essa receita, todos sabemos, azeda qualquer prato.

 

Por outro lado, encontramos um outro vizinho que também não vem ganhando os holofotes da imprensa brasileira:

 

O Uruguai, que apesar de estar na contra-mão da crise Argentina, para a mídia, seu sucesso econômico não merece destaque.

 

Como explicar isso?

 

Ora! O Uruguai está desde 2005 sob um governo de esquerda.

 

A estabilidade econômica do país gerou uma blindagem aos efeitos das crises econômicas de seus vizinhos.

 

Ao que tudo indica a mídia servente o neoliberalismo ignora o fracasso do modelo de sistema apoiado e vendido aos hermanos na mesma proporção que desconsidera o acelerado e duradouro avanço uruguaio.

 

O colonialismo norte americano vem encontrando abaixo da linha do Equador um canteiro de riquezas com fontes de exploração.

 

 

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