Para a mídia, se a economia vai “bem”, por que Luiz Inácio Lula da Silva?

Somente com a volta do ex-presidente será possível restaurar a felicidade, o pleno emprego, a produção, o crédito, a confiança, a paz social, a revogação das canalhices de Michel Temer, o fim das privatizações.

Lula em Terezina (PI)
Lula em Terezina (PI) (Foto: Esmael Morais)

Disputa-se neste último dia do ano a narrativa sobre a real situação econômica do país. Para a velhaca mídia, mesmo com 12,3 mil desempregos em novembro passado, de acordo com o Caged, a economia vai “bem” e — por isso — seria prescindível a participação de Luiz Inácio Lula da Silva na eleição de 2018.

Sendo dispensável o petista nas urnas em virtude da “pujança” econômica, ora, ainda para a velhaca mídia, ele também seria descartável eleitoralmente com a inabilitação perante o TRF-4. Eis a narrativa neste fim de 2017 que deverá invadir 2018.

A mídia é só fake news. Ela faz parte do aparato ideológico neoliberal da burguesia que se arvora universal, mas representa a “falsa verdade” nesta etapa da luta de classes contra os trabalhadores.

O papel que a mídia exerce de mentir, falsificar a realidade, omitir informações, desqualificar Lula, enaltecer a lava jato e o punitivismo estatal é conditio sine qua non para o “controle” ideológico no país.

Se a economia vai “bem”, por que Lula?

A narrativa é de que o comércio “vendeu” neste fim de ano como nunca antes na história. Até pela internet o “feliz” consumidor comprou. Nada mais falso.

O movimento em relação ao ano anterior — período de depressão econômica extrema — não significa necessariamente retomada, haja vista o que determina o consumo das massas é o emprego e a renda.

Quanto à comercialização na internet é uma tendência inexorável com a eliminação de lojas físicas e de postos de trabalho.

Lula continua imprescindível para a democracia e as eleições de 2018 sem a presença dele é fraude. Somente com a volta do ex-presidente será possível restaurar a felicidade, o pleno emprego, a produção, o crédito, a confiança, a paz social, a revogação das canalhices de Michel Temer, o fim das privatizações.

Portanto, o discurso da mídia [de bonança econômica] acoplado à persecução judicial do petista [julgamento no TRF-4] não coaduna com a realidade do povo que sente as chagas do golpe de Estado.

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